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Profissional ou não, eis a questão…

Todos sabemos que na zona de Contumil o vocabulário é muito próprio, e aos poucos vamos também sabendo que os sinónimos por lá não são os mesmos que o Dicionário da Língua Portuguesa nos apresenta… vá-se lá saber porquê, mas não o são!

Todos sabemos que o sinónimo da palavra Corrupção, não tem nada a ver com o que na realidade é, pois corrupção é algo que passa incólume naquelas bandas como se nada se passasse. Fruta, outra palavra tão corriqueira, e que também em nada tem a ver com aquilo que vem no dicionário… fruta por aquelas bandas é uma palavra muito mais sofisticada que inclui não só o que se come, mas também quem come e quem é comido! É como se fosse um prolongamento da palavra. Verdade! Mais uma palavra tão simples, mas que naquela zona se complica muito, e que duvidamos inclusive que a conheçam… desta palavra só mesmo o antónimo se vê praticado por lá como se tratasse da maior das verdades! O que mais nos espanta é que eles acreditam naquilo como se tudo o resto sim, fosse uma grande aldrabada! Mais uma palavra… Justiça… justiça?… o que é isso para eles? Para eles justiça é poderem passar por cima, forjar, ameaçar, tudo o que se encontra dentro das leis pelas quais se deviam reger! Ética desportiva… mais uma, mas esta nem sequer tenho coragem de dizer o que quer que seja! A ética desportiva não o merece!

A estas palavras, às quais muitas outras poderíamos juntar, vamos juntar uma outra que ontem descobrimos que também tem um sinónimo um tanto ou quanto desviado da realidade! PROFISSIONALISMO! O que será ser profissional para aquela gente? Para aquela gente ser profissional é por exemplo representar um outro clube, mas porque se está emprestado pelos de Contumil, quando se aproxima um jogo com os donos, escorregar na banheira de casa e torcer um pé! Ou então ter uma indigestão espontânea. Temos um belo exemplo desse tipo de profissionalismo na passada época que dá pelo nome de Abdoulaye, que por obra e acaso do espírito santo se lesionava sempre que se aproximava um jogo com os donos! Isto sim, é ser profissional, não vá o jogador enganar-se e fazer algo no jogo que possa prejudicar as aspirações dos respectivos donos!

Profissional para aquela gente é por exemplo jogar num clube de um outro país e já nada ter a ver com eles, mas mesmo assim marcar um penalti tão displicentemente na Champions League, que até o guarda-redes dos infantis conseguia defender o mesmo. Isso sim é ser-se profissional! E temos exemplos de grande profissionalismo nesse campo! Hulk pelo Zenit no passado ano fez o que se vê na foto…, sabendo de antemão como ele marca praticamente todos os penaltis, vemos perfeitamente que aquela marcação de penalti foi do mais profissional possível!

profissionalismo

Portanto seu mau profissional Tozé que tiveste o desplante de sofrer uma grande penalidade, e que ainda por cima foste capaz de ter a pouca vergonha de o marcar e converter em golo, TEM VERGONHA! Com um mau profissionalismo desses não te auguramos grande futuro no futebol português e temos sérias dúvidas se na tua vida pessoal vais ter mais descanso! É o que faz não se ser um bom profissional! Aprende com os bons profissionais espalhados por esses clubes afora e que mesmo jogando noutro clube, defendem com unhas e dentes os donos de Contumil e são incapazes de lhes fazer o que tu fizeste! Que basicamente se cinge a cumprir o seu trabalho!

QUE TRISTEZA DE CLUBE!

P.S. Já agora onde é que abordaram o Tozé? Exactamente… no TÚNEL!

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Manipulação a quanto obrigas…

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Ao passar os olhos pela imprensa de hoje, “méritos do Sporting, a haver um vencedor…” para não falar na total ausência sobre o que motivou que a um Benfica mesmo a meio gás, não tivesse vencido calmamente o Derby, e, depois de sorrir perante algo que já nem me suscita qualquer espanto ou mesmo indignação de tão normal já ser, tinha duas opções de reacção, um belo e puro de um vernáculo para com os Jornalistas, ou perder um pouco mais de tempo e escrever algo sobre o tema. Comecei por me lembrar o que já George Orwell dizia:

“O jornalismo é manipulado, seja em que país for. Por mais democrático que seja…” George Orwell

Jornalismo, política, venalidade, onde está a fronteira? Eu respondo, Está na sua forma mais reconhecível, a de desonestidade, a venalidade que leva as pessoas a mentir e a roubar (sim, este é o termo correcto) em seu benefício pessoal, e está relacionada com a corrupção e nepotismo, entre outros vícios.

Posso assegurar que temos pouquíssimos jornalistas em Portugal…

Quem se interessa pelo fenómeno, sociólogos ou não, dizemos muitas vezes que o jornalista não exprime o seu sentimento, mas sim o que lhe mandam dizer. É um produto da sociedade um exemplo que os media insistem em repetir o que revela o seu grau baixíssimo de lealdade para com o verdadeiro Jornalismo.

Se é apenas no Desporto? Claro que não. Os benefícios e vícios aí são diferentes e mais lucrativos para esta classe jornalística que temos, essa é a única diferença porque no restante “jornalismo” o que aqui afirmo é igual. Como exemplo do que digo o que hoje leio na imprensa desportiva é como o jornalista escrever ou dizer que o emprego baixou, quando estamos em época sazonal….

E assim, volto ao meu sorriso envergonhado pela imprensa que temos.