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Retidos os prémios monetários do Sporting Clube de Portugal. Queixam-se agora do quê?

O Comité de Controlo Financeiro de Clubes da UEFA decidiu esta terça-feira reter preventivamente os prémios monetários do Sporting Clube de Portugal e de mais 22 clubes presentes nas competições europeias em 2012/2013. Talvez já seja tarde para os sportinguistas perceberem o verdadeiro motivo de se encontrarem onde se encontram “de calças na mão”. Nós lembramos:

O famoso “Projecto Roquette“, recordam-se:
A 15 de Fevereiro de 2006, João Rocha antigo presidente do Sporting confirmou o que apenas tacitamente era conhecido.

A existência de uma aliança ou reforço da mesma entre (FC) Porto e Sporting desde 1999-2000 feita pelos presidentes Jose Roquete e Pinto da Costa.

Não quero desestabilizar nem ofender ninguém, até porque se são aliados não tem mal, agora em termos históricos se se intitulam de “grandes” estranho que que não saibam ou queiram agir como tal e por conta própria. Com isto concluo que Benfica é então acima de “Grande” para o Sporting e Porto.  Será que apenas fui especulativo? Que acham benfiquistas? Serão Sporting e Porto um só clube (o anti-benfica)? Perpétuo? A estratégia, ou falta dela, daquele que um dia foi por direito próprio o verdadeiro e leal rival do Sport Lisboa e Benfica conhece mais um capítulo no cada vez mais claro definhar do SCP. Agora? Agora, continuem a pedir ajuda  ao amigo da onça.

Vem de trás, muito de trás, e por estratégia do FC Porto a união de forças com o Sporting com o único objectivo de juntos procurarem atingir a grandeza do Sport Lisboa e Benfica. Realidade que vem dos tempos de Pinto da Costa e Pedroto.  Já por parte do Sporting, apenas posso apelidar de “Santa ingenuidade” esta “Santa Aliança”. Apenas conseguiram passar a ser um clube subalterno, cuja face visível são as gerações de ódio criadas para com o Sport Lisboa e Benfica.

Especulativo? Não, não fui. É bom recordar como factos passados podem e influenciam o presente.

A 15 de Fevereiro de 2006, João Rocha antigo presidente do Sporting confirmou o que apenas tacitamente era conhecido.

A existência de uma aliança ou reforço da mesma entre (FC) Porto e Sporting desde 1999-2000 feita pelos presidentes Jose Roquete e Pinto da Costa.

O objectivo era claro, esta aliança visava abater o Benfica afastando-o dos 1º e 2º lugares do Campeonato ou seja da liga dos Campeões. Quem o afirmou? Foi precisamente João Rocha que certificou publicamente ter saído indignado de uma reunião do conselho leonino ao ouvir José Roquete revelar esta aliança. Segundo as suas palavras “estava previsto que o porto seria quase sempre campeão e ao Sporting caberia o 2 lugar e dessa forma matavam-se dois coelhos com uma cajadada”. Palavras de João Rocha. Com a eleição de Dias da Cunha e tendo o Benfica conseguido classificar-se para a Champions, ultrapassando o Sporting em 2004/05, Dias da Cunha lá resolveu dar um murro na mesa. “O Sistema tem dois rostos, Pinto da Costa e Valentim Loureiro” recordam-se desta frase? Acabou Dias da Cunha por ganhar uma guerra com a tal dupla e com alguns sportinguistas. Surgiu entretanto uma nova personagem nesta santa aliança, e ela foi retomada, Soares Franco. E claro, era habitual vê-lo sorridente ao lado de Pinto da Costa, e a servir de moço de recados do “homem do norte”.

Retidos os prémios monetários do Sporting Clube de Portugal. Queixam-se agora do quê? Talvez os 60? 40? ou 19 Milhões de Euros do Hulk vos possam ajudar.

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Futebol em Portugal? Ainda não passou do “24 de Abril”

Numa altura em que se comemora mais um “25 de Abril”, é bom lembrar que em termos de Verdade Desportiva, e de jornalismo “futeboleiro” nos mantemos dia após dia, ano após ano no “24 de Abril”.

São tantos, mas tantos a querer “avançar no dia” e tão poucos a conseguir que este “calendário” não saia desta data. Porquê? Algumas respostas estão no blog Cabelo do Aimar. Blog que publicou uma excelente entrevista que fez ao ex-jornalista Marinho Neves. Para ler atentamente, reflectir e quem sabe que mais consciências se juntem à luta para que se consiga de vez saír do dia 24.

Não poderiamos deixar de a reproduzir louvando tanto os nossos companheiros de luta anti corrupção, do Blog “Cabelo do Aimar” como o jornalista Marinho Neves.

In “Cabelo do Aimar

“Conseguir uma entrevista com Marinho Neves não é fácil. Um dos maiores nomes do Jornalismo desportivo do pós-25 de Abril, sempre atraiu muitas polémicas que lhe valeram muitos dissabores pelo que disse e sobretudo, pelo que escreveu. Afastado pelos lobbys da comunicação social por atrair problemas com o “poder”, decidiu abrir uma excepção e conceder uma entrevista ao Cabelo do Aimar. E nós agradecemos.

Cabelo do Aimar: O Marinho Neves também tem um “ganda” cabelo como o Aimar. O que acha do Argentino?

Marinho Neves: Gosto de o ver jogar. É rápido, tem qualidade e a sua força deve estar no cabelo como Sansão, porque cabedal ele não tem.

CdA: O grande sucesso Golpe de Estádio é um romance ou uma comédia? O que pretendia com a publicação desse livro, gozar ou informar?

MN: Naquela altura era necessário dizer a verdade e não havia outra forma de o fazer. Penso que consegui estabelecer um diálogo com o leitor, espevitando-lhes a curiosidade. Mas, não conheço nenhum romance que não seja baseado em histórias reais.

CdA: Muitos dizem que esse livro ditou a sua reforma antecipada dos principais meios de comunicação. Mas custou-lhe algo mais, como perseguições, tentativas de envenenamento ou até mesmo de assassinato. Sabe os nomes e os motivos de quem orquestrou esses actos?

MN: Fui de facto perseguido, muito perseguido, ameaçado e continuo a ser. Mas, não é verdade que tenha sido a minha reforma antecipada. Depois da publicação do livro trabalhei no programa da SIC “Os Donos da Bola” e em vários jornais, não obstante me terem tentado boicotar todos os trabalhos que iam aparecendo. Não o conseguiram porque Portugal não se resume à cidade do Porto, e Lisboa nunca me fechou as portas. Cheguei a estar contratado para o jornal “A Bola” e no dia em que devia entrar inverteram a situação. Foi caso único na capital.

CdA: Qual foi o restaurante onde o drogaram? Para que os nossos leitores saibam antes de lá ir comer.

MN: Foi exactamente no mesmo restaurante onde já foram apanhados alguns árbitros portugueses e estrangeiros que foram cear com dirigentes. Uma vez, vinha a sair desse restaurante em Matosinhos e à saída tinha dois jagunços à minha espera. Só não me aconteceu nada porque ia muito bem acompanhado.

CdA: Na sua intervenção no Prós & Contras sobre corrupção no futebol, pareceu bastante incomodado com a maneira jocosa com que Valentim Loureiro se apresentou. O que lhe passou pela cabeça quando o viu a “berrar” que ia ser absolvido porque nunca fez falcatrua no futebol?

MN: Quando fui a esse programa foi-me prometido que teria linha aberta para dizer o que quisesse. Mas, quando me estava a maquilhar, o Valentim Loureiro estava ao meu lado e mostrou-se incomodado com a minha presença. Quando me sentei, senti de imediato que nunca me dariam a oportunidade de dizer o que sabia, não obstante o presidente do Sporting, Dias da Cunha, ter dito nesse programa que tudo o que aprendeu no futebol foi comigo. Depois… foi uma comédia.

CdA: Você tem alguma coisa a ver com o Polvo dos Papalvos, com o Blog da Bola ou com o Tripulha das escutas?

MN: Com “O polvo dos papalvos e “Tripulha das escutas” não. Nem sequer conheço. Já o Blog da Bola, foi com grande emoção que me vi obrigado a encerrar, tantos eram os processos judiciais, todos arquivados porque apresentei provas do que dizia. Mas não deixei de gastar fortunas em advogados e despesas judiciais. Em toda a minha carreira jornalística tive 35 processos judiciais, todos arquivados antes de julgamento com a excepção de um, em que fui absolvido.

CdA: O que faria se lhe dessem a presidência de um dos clubes mais mediáticos de modo a “limpar” o futebol em Portugal?

MN: Mesmo como presidente de um clube podia fazer muito pouco. Primeiro tinha de conquistar a simpatia e a confiança da maior parte dos clubes e só juntos podíamos normalizar o actual sistema. Pinto da Costa demorou 10 anos a montar a máquina enquanto os clubes da capital se degladiavam.

CdA: Que previsão faz para o Futebol Clube do Porto e para o futebol nacional, quando Pinto da Costa abandonar o cargo no clube?

MN: Esse vai ser o grande problema dos portistas. Quando Pinto da Costa acabar, o clube também acaba.

CdA: É do foro público que o Marinho trabalhou para o Sporting contra o “sistema”. Quem foi a primeira pessoa a iniciar essa luta contra o “sistema” no futebol Português?

MN: Quando Dias da Cunha foi eleito presidente do Sporting, depressa se apercebeu da falcatrua que era o nosso futebol. Não sabia para que lado se havia de virar. Fui então contactado pelo seu assessor, Carlos Severino, para ver que disponibilidade tinha para trabalhar directamente com o presidente com a função de o alertar dos perigos que o clube corria. Inicialmente não me mostrei muito interessado, mas por outro lado pensei que poderia lutar por dentro e combater a corrupção, até porque a Polícia Judiciária já me tinha como consultor e não me pagava nada. Aceitei, mediante um bom vencimento e com a condição, por mim proposta, de que se não gostassem do meu trabalho despedia-me sem qualquer tipo de indemnização. Fiquei por lá seis anos, mas no meu segundo ano fomos campeões nacionais, principalmente porque o Sporting sabia com 15 dias de antecedência as armadilhas que lhes estavam a preparar. Um exemplo: 15 dias antes avisei o presidente que no jogo X que antecipava um jogo com o Porto, o árbitro da partida seria fulano e que Beto e Rui Jorge iriam ser espicaçados por esse árbitro durante o encontro para este encontrar motivos para os expulsar. No dia do jogo confirmou-se a minha informação. Num outro caso, num jogo decisivo para a conquista do campeonato, frente ao Boavista, soube que o árbitro da partida tinha ido almoçar com Valentim Loureiro, que era presidente da Liga. Avisei o presidente e todos ficaram em pânico. Não sabiam o que fazer porque não havia provas. Disse-lhes que a única coisa a fazer era Manolo Vidal, antes do jogo, quando fosse entregar as fichas aos árbitros, deveria dizer: “Então o almoço de terça-feira foi bom?” Mais nada. Quando o árbitro ouviu aquela pergunta associou de imediato a intenção do delegado ao jogo e ficou em pânico, contou-me depois Manolo Vidal. Durante esse jogo o árbitro até beneficiou o Sporting e fomos campeões. O árbitro não sabia que provas tínhamos e como era internacional, não colocou a sua carreira em risco. Mas a conquista do campeonato desencadeou uma série de invejas dentro do próprio clube e quando dei por ela estava a lutar contra gente que estava a ser paga pelo clube, mas que queria que este perdesse para conquistarem o poder e poderem fazer os seus negócios. Cheguei mesmo ao ponto de saber que os meus relatórios semanais eram entregues, por gente do Sporting, aos nosso principais inimigos, Porto e Boavista. Não sou nem nunca fui sportinguista e nunca escondi isso. Era apenas o meu trabalho.

CdA: As acções do Sporting nessa luta contra o “sistema” tinham qual objectivo? E as do Benfica? Os lutos pela arbitragem, levar DVD’s ao ministro ou qualquer outro tipo de protesto surtem mesmo algum efeito? Amedrontam o “sistema”?

MN: A primeira coisa que fiz, foi convencer Dias da Cunha de que devia fazer uma aliança com o Benfica se queriam conquistar o poder. Sempre disse que o inimigo do Sporting não era o Benfica, mas o Porto e o Boavista da altura. Consegui. Dias da Cunha fez uma aliança com Luís Filipe Vieira e foi à televisão dizer que as cabeças do sistema eram Pinto da Costa e Valentim Loureiro. Forneci documentos que provavam isso mesmo. O Porto e o Boavista começaram a sentir-se ameaçados e começaram a minar o Sporting por dentro utilizando alguns elementos que hoje continuam no clube. Dias da Cunha não aguentou a pressão e demitiu-se. Pedi a demissão com ele.

CdA: E crê que Benfica e Sporting alguma vez vão lutar em igualdade de circunstâncias com o Porto nos bastidores do futebol nacional? Essa união entre os dois clubes poderia purificar o nosso futebol ou acha que cada qual, à vez, preferem aproveitar o que podem do velho “sistema” que se encontra ainda, residualmente, instalado para próprio benefício?

MN: Para se ganhar e encontrar defesas para os mais diversos ataques, é necessário ter poder. Disse isso muitas vezes a Dias da Cunha. Primeiro tinham de conquistar poder na AF de Lisboa, como fizeram os Dragões na sua cidade. Depois encontrar aliados nas Associações mais poderosas para se chegar ao poder na FPF, mais propriamente na disciplina e arbitragem. Não para fazer o mesmo, mas para fiscalizar e enfraquecer o poder de manobra do seu mais directo opositor. É necessário que os árbitros sintam que estão sob vigilância permanente. Houve casos em que grandes árbitros eram promovidos e mostravam qualidade, mas se não se adaptavam ao sistema, eram despromovidos. Muitos queriam ser honestos, mas o sistema não lhes permitia tal atitude. Os mais vigaristas eram sempre os primeiros a ser promovidos. Para travar tudo isto era necessário ter poder e Benfica e Sporting não tinham um único dirigente na FPF ou na Liga para fiscalizarem a situação ou impor a sua vontade. Vejam o exemplo desta época: O Porto está zangado com o Sporting e Benfica e a época deles tem sido um desastre, imaginem o que seria se Sporting e Benfica fossem aliados. Tem sido assim ao longos dos 20 anos e os clubes de Lisboa não aprendem. Pinto da Costa é um mestre na acção de dividir para reinar.

CdA: Falou nos árbitros. É possível, a um qualquer árbitro, chegar a internacional sem essa tal “bênção” do “sistema”?

MN: Nem pensar. O próprio Vitor Pereira sabe que só está naquele lugar porque tem uma grande flexibilidade de coluna. Quando não for assim acontece-lhe como aos outros. É despedido ou criam-lhe situações que o obriguem a demitir-se.

CdA: O que aconteceu a quem lutou contra isso? Que outras protagonistas do Futebol, para além do Marinho, foram afastadas da ribalta do futebol?

MN: Infelizmente não há muitos mais. Lembram-se do árbitro José Leirós? Denunciou uma tentativa de corrupção por parte do Braga. Nesse dia era pré-internacional e a quem todos apontavam como internacional, mas no final da época, acabou por ser despromovido para a 2ª categoria e depois desistiu. Mas houve muitos mais, mesmo em termos de comunicação social. No programa “Donos da Bola” da SIC, tínhamos 52% de share, ou seja, o programa mais visto desta estação e de um dia para o outro acabaram com ele. Nós estávamos sempre à frente da polícia. A PJ tinha um plantão a ver o programa e com base nas nossas informações fazia buscas à segunda-feira. Nesse tempo o futebol tremeu, mas quem caiu fomos nós.

CdA: Sabemos que se tem dedicado a outras artes, com bastante sucesso até. Pensa ainda voltar a exercer a sua profissão, após ter sido um dos primeiros jornalistas de investigação desportiva ou será que esta nova geração de directores nas publicações continuam a não ter “tomates” para contrariar o poder? Escuta da PJ revelou diálogo de Pinto da Costa e dirigente do Nacional antes do jogo Nacional – Benfica em 2003/04. O assunto era? Um rebuçadinho para o árbitro Augusto Duarte. Resultado final? O Benfica perdeu por 3-2….

MN: Para mim o jornalismo acabou, mas acabou porque eu quis. Os novos jornais não querem gente com coragem e integra. Querem moços de recados. Serviçais do poder. É como disse Sócrates: “Não me preocupo com jornalistas. Prefiro controlar os seus patrões.” Hoje já não é uma questão de tomates, mas sim de atitude. Se tens tomates não tens onde escrever. Eu mesmo tenho o Golpe de Estádio 2 já escrito há mais de 6 meses e quando se soube disso desapertaram-me as rodas do meu jeep. Também sei que a maior parte das editoras estão controladas, assim como livrarias, vejam o que aconteceu ao livro do Octávio. Alguém falou disso??? Quase passou despercebido. É assim que o poder joga. 

CdA: Por fim, gostaria de deixar alguma mensagem aos milhares de leitores “anónimos” que este e outros blogs de futebol congregam que repudiam a maior parte dos jornalistas pela falta de isenção inerente?

MN: Entendam melhor os jornalistas. Conheço muitos que gostariam de mostrar coragem, mas ela morre logo na marcação dos serviços.”

Títulos e Troféus! Benfiquistas abram os olhos ! Tanta mentira que vos impingem…

Nos últimos tempos, impossibilitados de comparar a grandeza do Sport Lisboa e Benfica ao emblema do    FCP, seja em implantação nacional e reconhecimento internacional, correndo o risco de cairem no ridículo perante tal comparação, surgiram uns quantos iluminados a querer misturar alhos e bugalhos. E assim, vai de criar um cesto onde se misturam Títulos com Troféus.

Existem actualmente 4 Competições nacionais, Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Supertaça Cândido de Oliveira e Taça da Liga. NÃO são COMPARÁVEIS. Quem o faz só pode ser mal intencionado. Ignorante, não, desconhecedor muito menos. Está tudo nos estatutos de cada uma destas provas.

Recordo o que está escrito, e que 99% dos benfiquistas ignora e…que 100% dos dirigentes que criaram este expediente no auge da Fruta Dourada conhece. ABRAM OS OLHOS COM O QUE VOS IMPINGEM:

“A Supertaça Cândido Oliveira, também conhecida como Supertaça de Portugal ou apenas Supertaça é um troféu que se disputa todos os anos entre o vencedor do campeonato português de futebol e o vencedor da Taça de Portugal. No caso de o mesmo clube se sagrar Campeão Nacional e vencer a Taça de Portugal (dobradinha) disputa-se um jogo entre o clube que ganhou o Campeonato e o que foi derrotado na final da Taça de Portugal. Tradicionalmente, o jogo inaugura a época seguinte mas é referente à época anterior.”

 E afinal o que é Título e o que não é?

A principal competição, Campeonato Nacional da I Divisão ou I Liga. Prova antiga com tradição e extensa, 30 Jornadas a duas voltas no seu actual modelo e Universal. Qualquer Equipa o pode vencer, mesmo que se inicie no escalão mais baixo. Isto é um TÍTULO !

A Taça de Portugal, herdeira do Campeonato de Portugal, é a competição mais antiga, sendo igualmente Universal mas menos extensa. Ainda assim, qualquer Equipa pode chegar aos 7 ou aos 9 jogos no modelo actual. Isto é um TÍTULO !

As duas competições mais recentes Supertaça e Taça da Liga, não se podem considerar títulos, têm acesso reservado, não permitindo qualquer regalia desportiva ao Clube que a conquiste. Isto são TROFÉUS !

Assim, as duas competições que se podem considerar intrinsecamente, como títulos, o Glorioso leva vantagem de mais sete Campeonatos Nacionais e mais 9 Taças de Portugal.

Estas são as Contas Correctas !!! São mais 16 TÍTULOS para o Sport Lisboa e Benfica.

E é aqui que quero chegar, procurar meter nestas contas a Supertaça é uma tentativa de Ginástica Jornalística à medida do Grupo Empresarial ligado a TVI´s, Sport TV´s, O Jogo, etc.

Como referia, a Supertaça não confere nenhum previlégio desportivo. A FPF usa um curioso eufemismo “é mais um Troféu…” Repito é a FPF que o afirma (e bem tendo em conta os estatutos).

História da Supertaça – Nascida e criada por Pinto da Costa em conjunto com Valentim Loureiro como uma prova particular em 1979/80 para celebrar o domínio dos dois Clubes da AFP (Associação de Futebol do Porto) nas duas competições nacionais organizadas pela FPF (Federação Portuguesa de Futebol). Na época anterior o FCP tinha acabado de vencer o Campeonato com 1 ponto de avanço sobre o Benfica e Boavista tinha vencido a Taça de Portugal.

Só uma curiosidade, este “Troféu Particular” teve inclusive como palco o Estádio das Antas. Na Luz? Zero!

Ao contrário do que se ouve o Benfica “NÃO ESTÁ A PERDER TÍTULOS” para o FCP desde o 25 de Abril. Vejamos, a maior diferença conseguida pelo Benfica ocorreu 13 anos após a Revolução em 1986/87 mais 32 TÍTULOS. Mais 15 Taças, e 18 Campeonatos Nacionais. Após terminar a época de 2009/10 a diferença cifra-se em 16, o mesmo valor que separava os dois Clubes em 1963/64. Os 24 títulos do FCP, o Benfica já os tinha há 30 anos !!!

Não nos atirem areia para os olhos! Muito menos os seguidistas benfiquistas que abram a pestana que já é de dia porque existe sempre alguém atento e não deixa que mentiras perdurem por muito tempo. E como esta existem várias, eis o que devia unir e não dividir os benfiquistas, ainda dei o nome “benfiquistas” porque enquanto não souberem os factos perdoo o epíteto de “benfiqueses”.

Apito Dourado um ano parado? Adjectivos para esta vergonha? Algum novo?

Arranjar mais adjectivos para mais esta vergonha que hoje se conheceu pelo Semanário Sol é tão difícil como encontrar petróleo no meu Quintal.

Sobre esta vergonha começo pelo fim. E começo pelo fim pelo gozo a que como cidadãos somos sujeitos. Porquê?

Cito o Semanário Sol:

Entretanto, José Luís Oliveira e Valentim Loureiro já suscitaram a prescrição dos crimes pelos quais foram condenados.”

A isto o que podemos chamar?

Artigo do Semanário Sol na integra:

O conselho de disciplina dos funcionários judiciais abriu um inquérito, a pedido do Conselho Superio da Magistratura, para investigar o que se passou na secretaria do Tribunal da Relação do Porto que fez com que o processo principal do Apito Dourado – em que é arguido Valentim Loureiro, entre outros – ficasse um ano parado, de forma «anómala». A consequência é que os crimes de corrupção desportiva estão a prescrever e os 11 arguidos condenados ficarão impunes.

As participações disciplinares foram feitas há um mês pelo presidente da Relação do Porto, José Sousa Lameira, e pelo procurador-distrital, Alberto Pinto Nogueira. Num despacho no processo, este exigiu que a secretaria dê explicações sobre o sucedido, que «conduziu ao objectivo atraso de mais de 11 meses na tramitação destes autos».

Já Sousa Lameira disse ao SOL que «o processo teve diversas vicissitudes que foram comunicadas ao Conselho Superior da Magistratura» (CSM).

O chefe de gabinete do vice-presidente do CSM informou ontem o SOL que as participações foram enviadas ao Conselho de Oficiais de Justiça, órgão disciplinar dos funcionários. A decisão que este tomar poderá ser avocada pelo CSM.

O caso Apito Dourado começou em 2003, numa investigação do Ministério Público (MP) e da Polícia Judiciária de Gondomar, coordenada pelo procurador Carlos Teixeira, sobre centenas de crimes de corrupção, envolvendo dirigentes desportivos e árbitros. A investigação deu origem a cerca de 70 inquéritos em todo o país.

O processo principal, contra 24 arguidos, decorreu em Gondomar: o MP deduziu acusação em Janeiro de 2006 e um ano depois houve despacho de pronúncia. Após julgamento, foram condenados, em 18 de Julho de 2008, 13 arguidos, entre os quais Valentim Loureiro (presidente da Câmara de Gondomar e líder da Liga Portuguesa de Futebol à data dos factos), Pinto de Sousa (ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol) e José Luís Oliveira (vice de_Valentim na Câmara de Gondomar e presidente do clube local).

Em Março de 2010, após recursos, a Relação do Porto confirmou genericamente as condenações. Valentim Loureiro foi condenado a perda de mandato e três anos e dois meses de prisão (pena suspensa, por igual período), por crimes de abuso de poder e prevaricação. Já José Luís Oliveira foi condenado a três anos de prisão (pena igualmente suspensa), por abuso de poder e corrupção desportiva, e Pinto de Sousa a dois anos e três meses de prisão (suspensa), por abuso de poder.

Os arguidos recorreram novamente na Relação, suscitando erros e pedindo a aclaração do acórdão condenatório. Ao mesmo tempo, Pinto de Sousa e Valentim Loureiro apresentaram recursos para o Constitucional.

A Relação indeferiu todas as reclamações, em acórdão de Janeiro de 2011. Só que nem o MP no processo, nem os arguidos foram notificados deste acórdão. De forma inexplicável, tal só veio a acontecer em 4 de Janeiro deste ano e depois de alguém ter dado conta do sucedido, em Dezembro passado. Pelo meio, também os recursos para o Constitucional não subiram a este tribunal.

Factos ‘estranhamente anómalos’

Ou seja, durante um ano, o processo esteve formalmente a andar, mas parado de facto. Os recursos para o Constitucional só foram remetidos em 28 de Fevereiro (depois de notificados os arguidos do acórdão da Relação, em Janeiro).

«Trata-se de incidentes estranhamente anómalos num processo com as características do presente, mas que seria conveniente encontrarem cabal explicação, que se promove serem obtidas junto dos senhores funcionários encarregados da tramitação dos autos» – refere o procurador distrital do Porto, Pinto Nogueira, no já referido despacho no processo. «Requeremos, assim, que a secção explique, sem subterfúgios, as anomalias processuais referidas e sobretudo aquela em que actua como se o MP não existisse», acrescenta, referindo-se à falta de notificação ao MP.

Entretanto, José Luís Oliveira e Valentim Loureiro já suscitaram a prescrição dos crimes pelos quais foram condenados. Segundo fontes conhecedoras do processo, essa questão terá de ser analisada pelo Tribunal de Gondomar, mas só após o TC apreciar os recursos que agora lhe chegaram. “

Fonte: Semanário Sol 

Sportinguistas. Arbitragens? Mas queixam-se de quê?

Não quero desestabilizar nem ofender ninguém, até porque se são aliados não tem mal, agora em termos históricos se se intitulam de “grandes” estranho que que não saibam ou queiram agir por conta própria. Com isto concluo que Benfica é então acima de “Grande” para o Sporting e Porto.  Será que apenas fui especulativo? Que acham benfiquistas? Serão Sporting e Porto um só clube (o anti-benfica)? Perpétuo?

Vem de trás, muito de trás, e por estratégia do FC Porto a união de forças com o Sporting com o único objectivo de juntos procurarem atingir a grandeza do Sport Lisboa e Benfica. Realidade que vem dos tempos de Pinto da Costa e Pedroto.  Já por parte do Sporting, apenas posso apelidar de “Santa ingenuidade” esta “Santa Aliança”. Apenas conseguiram passar a ser um clube subalterno, cuja face visível são as gerações de ódio criadas para com o Sport Lisboa e Benfica.

Especulativo? Não, não fui. É bom recordar como factos passados podem e influenciam o presente.

A 15 de Fevereiro de 2006, João Rocha antigo presidente do Sporting confirmou o que apenas tacitamente era conhecido.

A existência de uma aliança ou reforço da mesma entre (FC) Porto e Sporting desde 1999-2000 feita pelos presidentes Jose Roquete e Pinto da Costa.

O objectivo era claro, esta aliança visava abater o Benfica afastando-o dos 1º e 2º lugares do Campeonato ou seja da liga dos Campeões. Quem o afirmou? Foi precisamente João Rocha que certificou publicamente ter saído indignado de uma reunião do conselho leonino ao ouvir José Roquete revelar esta aliança. Segundo as suas palavras “estava previsto que o porto seria quase sempre campeão e ao Sporting caberia o 2 lugar e dessa forma matavam-se dois coelhos com uma cajadada”. Palavras de João Rocha. Com a eleição de Dias da Cunha e tendo o Benfica conseguido classificar-se para a Champions, ultrapassando o Sporting em 2004/05, Dias da Cunha lá resolveu dar um murro na mesa. “O Sistema tem dois rostos, Pinto da Costa e Valentim Loureiro” recordam-se desta frase? Acabou Dias da Cunha por ganhar uma guerra com a tal dupla e com alguns sportinguistas. Surgiu entretanto uma nova personagem nesta santa aliança, e ela foi retomada, Soares Franco. E claro, era habitual vê-lo sorridente ao lado de Pinto da Costa, e a servir de moço de recados do “homem do norte”.

Posto isto? Sportinguistas, Gil Vicente? Arbitragens? Mas queixam-se de quê?

Porque se eterniza no tempo a corrupção do FC Porto

Ricardo Costa, antigo Presidente da Comissão Disciplinar da Liga não ter sido reconduzido no seu mandato em 2010 por Fernando Gomes não me espantou em nada. E não constituíu qualquer novidade tendo em conta principalmente o que o próprio em entrevista que infelizmente muitos perderam e outros tantos ignoraram.

O BENFICA POWER, reproduz no final deste texto frase emblemática, do Juíz Ricardo Costa, parte dessa entrevista ao Semanário Sol. Num espaço de 3 anos, muitas peças de encaixam como poderão observar.

Que grande entrevista a de Ricardo Costa ao “Semanário Sol”.

Com a clareza e frontalidade de quem nada deve e nada teme, este boavisteiro nascido no Porto, afirmou preto no branco que à luz dos novos regulamentos aprovados pela Liga, o FC Porto desceria de divisão pelos actos de corrupção praticados pelo Seu Presidente.

E se o castigo de seis pontos, mesmo à luz dos anteriores regulamentos (que não puniam boa parte dos crimes praticados) tivesse sido aplicado no ano anterior, o Porto não seria campeão.

Jogo viciado! Sem medo, sem meias palavras! Corrupção Activa que se permitiu que passasse em claro.

Na sequência dessa entrevista….

O antigo presidente da Liga de Clubes, Hermínio Loureiro, denunciou pressões do FC Porto para “correr” com Ricardo Costa da Comissão Disciplinar. Uma entrevista imperdível.

Hermínio Loureiro deixou a Liga e concedeu uma entrevista ao Semanário Sol. As palavras do ex-presidente da Liga de Clubes tiveram pouco eco, o que não condiz com a gravidade de algumas afirmações. O BENFICA POWER fez eco dessas palavras, e fá-lo de novo para que ficam assim eternizadas no espaço que eterniza a corrupção do FC Porto, as pressões e os agentes fiéis que agem em nome do clube.

A pergunta do jornalista Luís Rosa: “Valentim Loureiro ou Pinto da Costa nunca lhe disseram para controlar o que Ricardo Costa (presidente da Comissão Disciplinar da Liga) andava a fazer?”

A resposta: “A única pessoa que me falou do Ricardo Costa foi o Adelino Caldeira, vice-presidente do FC Porto, a 3 de Setembro de 2008, num almoço no restaurante Lusíadas, em Matosinhos. Ele foi clarinho e apreciei a frontalidade. Disse-me: ‘Meu caro, ou você corre com o Ricardo Costa e tem a vida facilitada ou vamos fazer-lhe a vida negra’. Certo é que não mudei a orientação de total autonomia que dei desde o início à Comissão Disciplinar. Desde esse dia que percebi que me iam fazer a vida negra e fizeram.

E porque quereria o FC Porto afastar Ricardo Costa? [a pergunta parece inocente, mas terá de ser feita para se obter o testemunho de Hermínio]. “Tem a ver com as decisões disciplinares do Apito Dourado, como é evidente”, respondeu. Hermínio Loureiro contou que Filipe Soares Franco, ex-presidente do Sporting, “também várias vezes sugeriu” que o presidente da Liga “substituísse o Vítor Pereira”.

Fernando Gomes, em 2010, então presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, disse à Agência Lusa que o tempo de Ricardo Costa na presidência da Comissão Disciplinar da Liga “não foi um tempo positivo” e que por isso não o convidou para continuar, para depois acrescentar que a anterior comissão “não teria competência” para prosseguir. Fixem estas palavras…”não teria competência”

Melhor ainda: em 2010 dito por Fernando Gomes “Passámos um período conturbado, muito mais na disciplina do que na arbitragem, foi essa a minha percepção relativamente ao convite ou não convite às pessoas que presidiam a esses conselhos. Não me parece que devamos colocar ao mesmo nível o Vítor Pereira e o Ricardo Costa e por isso mesmo convidámos o Vítor Pereira e não convidámos o Ricardo Costa” . Fantástico ! Meus caros leitores do BENFICA POWER, o período conturbado a que Fernando Gomes se referia, era nem mais nem menos que o Apito Dourado. Peço uma vez mais para seguirem estas palavras até lerem as palavras de Ricardo Costa a seguir.

O melhor? Vem agora. Leiam, fixem, gravem bem estas palavras de Fernando Gomes: Lembro, Ricardo Costa, presidente da anterior Comissão Disciplinar foi quem enfrentou sem receio e com diversas decisões polémicas sobre o FC Porto, clube de que Fernando Gomes foi administrador até Fevereiro desse ano de 2010 até ter passado a Presidente da Liga. Pois bem, não espante ninguém que o ex presidente da Liga faça uma avaliação claramente negativa do Juiz Ricardo Costa. Meu caro leitor, atente nestas palavras de Fernando Gomes, são um verdadeiro tesouro a que ninguém ligou na sequência de tudo o que têm vindo a ser todas as épocas desportivas pós Apito Dourado onde tudo se soube, se sabe, se antecipa e quem queria não poude fazer, quem pode, não deixou fazer. 

Aqui estão as palavras de Fernando Gomes sobre o Juiz Ricardo Costa (pormenor, adepto Boavisteiro)

Ao longo dos diversos contactos que tive com os todos clubes aquando do processo da minha candidatura havia a ideia generalizada que efectivamente o tempo do dr. Ricardo Costa à frente da Comissão Disciplinar não foi um tempo positivo em termos daquilo que tem de ser a justiça do ponto de vista factual, concreto e objectivo de equidistância e de não grande exposição. A justiça deve ser célere, deve ser competente, deve ser rápida, e nesse aspecto creio que se deram passos significativos, mas também deve ser equilibrada e recatada. Nessa perspectiva, o sentimento que fui tendo dos próprios clubes é que havia a ideia generalizada de que essa comissão não teria competência e que não deveria continuar

Verdadeiros tesouros para registar:

o tempo do dr. Ricardo Costa à frente da Comissão Disciplinar não foi um tempo positivo em termos daquilo que tem de ser a justiça do ponto de vista factual, concreto e objectivo de equidistância e de não grande exposição

“Factual e concreto”? Mais? Não, nem é necessário nem mais um comentário…

” objectivo de equidistância e de não grande exposição” Claramente, isso é mais que óbvio. O Juiz Ricardo Costa expões em excesso a podridão existente, mas como ele disse, “Eu tenho familia, duvido que consiga ir mais longe” E não foi, NINGUÉM O AJUDOU!

“A justiça deve ser célere, deve ser competente, deve ser rápida, e nesse aspecto creio que se deram passos significativos, mas também deve ser equilibrada e recatada ” Não podia estar mais de acordo, não fora o pequeno pormenor de Fernando Gomes ter sido um dos que não permitiram essa celeridade e principalmente JUSTIÇA.

Meu comentário:

O Futebol precisa de gente que não se deixe intimidar. Os vários agentes que se movem no nosso futebol devem perceber que não existem intocáveis. Ricardo Costa percebeu isso, tentou, remou contra a maré em correntes viciadas, e em pantanos imundos.

Aqui ficam algumas das frases que se podem reter da postura tida por Ricardo Costa, Presidente da Comissão Disciplinar da Liga. numa Célebre entrevista ao Jornal “Sol”

Eis que quem decidiu atirar o Boavista para os confins dos campeonatos nacionais é adepto do …Boavista. Situação curiosa, mas apenas pelo facto de o futebol português não estar preparado para saber os Clubes das pessoas que exercem este tipo de cargos.

Eis quem em 2004 começou a ver algo muito simples, apenas em 2004 a Justiça começa a intervir no Futebol !!!

Curiosa a sua resposta à seguinte pergunta:

“É o caso de dois jogos que levaram à condenação do FC Porto e do seu dirigente Pinto da Costa. Se fosse hoje, o clube azul e branco seria punido com a descida de divisão por causa dos actos cometidos pelo presidente?”

Resposta de Ricardo Costa: Exacto, com os novos regulamentos o FC Porto teria sido punido com a descida de divisão por tentativa de corrupção”

Perante isto, digo eu, e recordo que a subtracção de seis pontos ao FC Porto acontece numa altura da época em que o clube era já virtualmente campeão. Justiça vã!!! Justiça para calar.

E digo ainda como será possível campeonatos, resultados falseados pela corrupção vigente ao longo de duas décadas e meia a conspurcarem a futebol nacional, possam ficar registados para a história, apenas porque “se fosse hoje o FC Porto seria condenado” ou ainda porque apenas a partir de 2004 a justiça entrou no futebol.

Como será possível os adeptos de tão Corrupto Clube não pintarem a cara de vergonha pelo que se sabe apesar de “legalmente” ninguém lhes tocar. Eu respondo, quem estiver no futebol por bem, baixará e abanará a cara de vergonha e dirá que o porto infelizmente se confunde com o maior corrupto conhecido chamado Pinto da Costa e que se pavoneia pelas salas da Assembleia da Republica em cerimónias de beija mão e comendo do que todos nós produzimos. Vergonha!!! Outros, os sem escrúpulos, sem caracter, bandidos da consciência humana, ladrões de valores como ética e seriedade, abanarão a cabeça e ainda gozarão com todos nós, como que a dizer “sim matei” ou “sim roubei” mas…“já não nos podem tocar.”

O Futebol e a Justiça precisa de gente que não se deixe intimidar. Precisamos acabar com a ideia fixa na cabeça “daqueles bandidos” a que me referi, de que lhes bastará ficar sossegados e quietos, à espera que tudo prescreva. Em frente, sejamos optimistas, é necessário acabar com a impunidade generalizada.

O BENFICA POWER tem na razão da sua existencia não esquecer, não perdoar, denunciar tudo, todos, doa a quem doer.