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Isto é o BENFICA!!!

Hoje tivemos mais uma prova, se é que era necessário, do que é o BENFICA este ano! Uma equipa que sofre, sofre…, joga, joga muito…, tem momentos menos bons, é uma verdade, mas acima de tudo tem um espírito de entreajuda muito grande. Tem garra, tem vontade de ganhar, de ganhar bem…, tem raça, querer, ambição e quer ir como sabe bem que tem que ir, contra tudo e contra todos! Contra a injustiça que estas últimas jornadas deram à classificação actual da nossa Liga! Sabe sofrer quando tem que sofrer, e sabe dar a volta por cima, desde que os factores externos o deixem!

Hoje, coincidência ou não, presenciámos mais do mesmo das últimas jornadas! Penaltis em catadupa que não são marcados a favor do BENFICA! Pergunto, o que é necessário para se marcar um penalti a nosso favor? Fuzilarem um jogador em plena área? Já faltou mais…

Hoje se quisermos ser bonzinhos, foram só TRÊS penaltis que ficaram por marcar! Se quisermos ser um pouco mauzinhos, foram mesmo QUATRO! E agora caiu-se na tentação de que qualquer jogador do BENFICA que seja arrancado pela raiz dentro da área adversária, leva cartão amarelo por simular! A do Bruno César de hoje é mais uma, tipo Aimar em Coimbra! VERGONHOSO! Só foi abalroado pelo seu adversário…, e quem manda o Bruno César não ter o poder da tele-transportação!…, Nos outros nem vale a pena falar porque só não vê que não quer!

Foi também mais uma prova que as equipas contra o BENFICA, jogam como se tivessem a vida deles em jogo! Já o disse e volto a repetir, se as equipas jogassem todos os jogos, independentemente do adversário, da mesma maneira que jogam contra o BENFICA, tínhamos uma Liga de Futebol, onde DEZASSEIS equipas lutavam pelo Título, mas infelizmente não é assim…, alguns abrem-se contra outros…! É o futebolzinho que temos…

Mas GANHÁMOS…, e vão dizer os antis…, mas acabaram a jogar contra nove! É verdade, sim senhor! Mas devíamos ter acabado a jogar contra OITO! Ou é mentira? Uns dão fruta fora das quatro linhas, o Paços hoje deu fruta com fartura dentro das quatro linhas! Pergunto como é possível o Luiz Carlos ter terminado o jogo? Incrível, não é?

Um pequeno aparte! Tenho orgulho em o BENFICA, ter jogadores emprestados como o Melgarejo! Foi só como o tem sido quase sempre, o melhor jogador em campo do Paços de Ferreira! Não se lesionou antes do jogo…, não se escondeu do jogo…, não fugiu da bola…, e disputou todos os lances com a garra e vontade que qualquer profissional deve ter! Mesmo que jogue contra a equipa com quem tem contrato! Outros não poderão dizer o mesmo!…

Caros Benfiquistas! Vamos continuar a acreditar! Ao contrário do que nos estão a tentar fazer, ESTAMOS VIVOS E BEM VIVOS!!!

Paços de Ferreira – Sport Lisboa e Benfica

Paços de Ferreira – Sport Lisboa e Benfica

Jogo no Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira.

Quando a incompetência prevalece ao realizarmos uma determinada tarefa por maior boa vontade que tenhamos o melhor é sabermos admitir não termos competência para determinada função. Se nos mantemos na tentativa de conseguirmos fazer um bom trabalho em algo para o qual não temos qualquer capacidade apenas vejo duas hipóteses, ou somos uns acomodados, ou pior, quem nos lidera tem algum interesse ou amizade em nos manter. Eis o caso de Bruno Esteves árbitro que apitou este jogo. Não creio que seja árbitro da “fruta” (não meto as mãos no fogo nunca mais) simplesmente naquilo do apito é incompetente passando por vezes a fronteira da má índole. Mau, muito mau. Todo o jogo, decisões trocadas e truncadas, e algumas com erros grosseiros. Deixou por marcar dois penáltis a favor do Benfica, trocando num deles a penalidade máxima por uma falta contra o Benfica. Ridículo.

A vantagem com que o Paços saiu para o intervalo era algo injusta. É verdade que a equipa mostrou sempre qualidade de jogo, fiabilidade defensiva e eficácia concretizadora (marcou ao terceiro ameaço), mas os primeiros 25 minutos foram de domínio do Benfica, que não foi capaz de aproveitar quatro boas situações. As três primeiras foram desperdiçadas por Nolito, Saviola e Cardozo, numa fase eléctrica do jogo. Mas o desperdício mais escandaloso surgiu ao minuto 24, quando após uma defesa de recurso de Cássio, Bruno César não acertou na baliza deserta.

A partir daí, o jogo mudou e o Benfica passou por dificuldades, principalmente no seu lado direito, por causa do futebol de Melgarejo. Isso acabou por ser nítido no golo, apontado por Michel.

O Paços não acusou sequer a substituição forçada do lesionado Manuel José, mas nos pratos da balança importa contabilizar um penálti que ficou por marcar a favor do Benfica, aos 43’, quando Bruno César foi derrubado por Luís Carlos.

O Paços entrou melhor no segundo tempo quando no Benfica surgiram Gaitán e Nélson Oliveira. E, depois de dois ameaços, Melgarejo fez a bola esbarrar no poste de Artur. O Benfica sentia dificuldades até nos lances de bola parada, mas o Paços ainda teria um desperdício mais surpreendente aos 58’, quando Artur defendeu o remate de Álvarez e Michel.

Mas o Benfica acabou por beneficiar da eficácia que lhe faltou na primeira parte. Chegou ao empate num lance em que Nélson Oliveira desequilibrou na direita e Gaitán foi certeiro no remate. E concretizou a reviravolta num livre marcado de forma magistral por Bruno César.

Faltava ainda jogar um quarto de hora, mas a tarefa estava facilitada, até porque o Paços ficou reduzido a dez com a expulsão de Michel. Nélson Oliveira ainda seria vítima de um penálti também não assinalado e, nos minutos finais, Ricardo ainda viu o vermelho directo.

– DESTAQUES BENFICA POWER –

– Jorge Jesus –
Lançou dois jogadores ao intervalo e ambos criaram o golo do empate. O Benfica teve 25’ iniciais muito bons, passou depois por dificuldades mas deu a volta à situação.

– Bruno César –
Marcou o golo da vitória com uma execução genial de um livre, sofreu um penálti não assinalado e criou boa parte dos desequilíbrios na área do Paços.

– Melgarejo –
O paraguaio foi o melhor em campo e alguma coisa andará mal se não fizer parte do plantel do Benfica na próxima época.

Ficha de jogo;
P. Ferreira, 1
Benfica, 2

Jogo no Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira.
Espectadores Cerca de 5.500

P. Ferreira: Cássio, Nuno Santos, Filipe Anunciação, Ricardo, Luisinho, André Leão, Luiz Carlos (Ozéia, 80’), Vítor (Christian, 87’), Manuel José (Arturo Álvarez, 34’), Melgarejo e Michel. Treinador Henrique Calisto.

Benfica: Artur, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Capdevila, Javi García, Axel Witsel, Bruno César, Nolito (Gaitán, 46’), Saviola (Nélson Oliveira, 46’) e Cardozo (Rodrigo, 90’+1’). Treinador Jorge Jesus.

Árbitro: Bruno Esteves, de Setúbal. Amarelos Javi García (10’), Michel (28’ e 76’), Bruno César (42’), Luisão (49’), Luiz Carlos (67’), Nélson Oliveira (83’), Maxi Pereira (85’) e Artur (90+3’). Vermelho por acumulação Michel (76’). Vermelho directo Ricardo (88’).

Golos: 1-0, Michel (28’); 1-1, Gaitán (63’); 1-2, Bruno César (68’).