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Objectivo: Esmagar a corrupção do FC Porto

O FC Porto é uma invenção relativamente recente. Tenho-os unicamente como pretendentes às provas que disputamos. Tal como tinha o Marselha e o Bernard Tapie, entretanto preso ou também a Juventus e Luciano Moggi igualmente enclausurado ou ainda o Steua de Bucareste e o seu Gigi Becali, igualmente preso.

Podem vencer 100 Campeonatos. Que nenhum benfiquista reconheça nem 1. Podem ser bajulados pela imprensa desporLuta contra a corrupçãotiva, tal não passa por uma conjugação de factores. A destacar: Receio por parte dos jornalistas de verem fechadas as portas do Dragão, e verem vetados os acessos a jogadores, para fazerem “notícia”. A isto se chama BAJULAMENTO, submissão e falta de personalidade. Aos avençados aos que fazem parte do grupo de jornalistas amigos da corrupção, valem o que valem: ZERO !!!

Por isso, no BENFICA POWER não reconhecemos qualquer mérito desportivo ao FC Porto.  Façam o que fizerem, vençam o que vencerem, no Tribunal do Povo, NUNCA terão mérito.

Neste novo ano reforçamos os nossos alvos: Tudo e todos que circundam o nosso futebol fazendo dele um lodaçal mal cheiroso. Tudo e todos incluindo benfiquistas que procuram protagonismo querendo-nos fazer crer que a corrupção não existiu (existe) e que só temos é que ganhar. Pior de quem não vê é quem não quer ver. O BENFICA POWER está aí pronto a lutar contra tudo e todos até vermos a Rainha Isabel do Bolhão fora de cena assim como os seus escudeiros.

Não se pode considerar senão natural o definhar de um clube que apesar de tudo isto começou faz tempo a meter água pela área das modalidades. Apesar de ainda achar que a pretensa extinção da secção de Basket, mais não é que uma “birra” de quem vimos em desespero a berrar com as autoridades num pavilhão onde disse que “o Benfica não voltará aqui a festejar nenhum título“.

Já ninguém leva este caduco dirigente a sério, mais ainda estrebucha. Quanto ao clube, que dizer?

Há a dizer isto, Não passa de um clube que:

– passa à margem das leis desportivas
» Acusação provada de CORRUPÇÃO desportiva; Participação IRREGULAR na Champions; Participação IRREGULAR na Taça da Liga, Incrição IRREGULAR de jogadores

– passa à margem das leis judiciais 
» Informações privilegiadas que resguardam de acções judíciais da PJ
» Decisões arquivadas em tribunais que penalizam outros cidadadãos em condições semelhantes

–  vicía a verdade desportiva

» Apoios financeiros à generalidade dos clubes da 1a Divisão assegurando a sua subserviência.
» “Colocação” de jogadores, treinadores e directores desportivos nos principais planteis da 1a Divisão garantindo o acesso a informação privilegiada e interferência destes nos jogos com o clube

–  tem interesses directos e indirectos em 80% dos orgãos de comunicação social
» Posição accionista do presidente do clube na Cofina
» Posição accionista relevante da Olivedesportos
» Conjugação de interesses na RTP, TVI e Sporttv (via Joaquim Oliveira) e alinhamento com Grupo Impresa.
» Garantia de controlo de opções jornalísticas, comentadores mais “habilidosos”…

– tem benefícios directos e indirectos dos organismos públicos
» Financiamento integral de infra-estruturas no valor de quase 350M€
» Promiscuidade com poderes locais do Porto e Gaia
» Interferência na vida política através de apoios ao PS

– controla poderes federativos e associativos
» Dirigentes “plantados” e controlados na Liga e FPF via domínio da AFPorto destes dois organismos
» Garantia de acesso e influência das decisões da Liga e FPF

– resultados desportivos próprios e alheios
» Através do controlo dos organismos de decisão, capacidade de escolher e influênciar árbitros para os próprios jogos e para os adversários, assegurando as decisões que mais lhes interessam
» Garantia de apoio aos clubes “alinhados” de modo a poder obter as devidas compensações e comprar os respectivos silêncios.

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Sobre o jogo com o Sporting!

Devo avisar que serei sectário, faccioso, inflexível e duro neste meu débil empenho em afirmar a minha indiferença  pela actual comunidade do clube do Lumiar.

A minha paciência paternal para com este clube terminou a partir do dia em que Zé Bettencourt  a saltar já como presidente eleito ao lado de Dias Ferreira e a gritar um cântico insultuoso para com o Benfica. Nesse dia lembrei-me da nossa complacência. Como saberão quem me é mais próximo, nesta coisa das rivalidades sabem como funciona o meu benfiquismo. E assim me manterei até ver que este Clube volta a pensar e a agir por si próprio.

Como para mim, o FC Porto é uma invenção relativamente recente. Tenho-os unicamente como pretendentes às provas que disputamos. Tal como tinha o Marselha e o Bernard Tapie, entretanto preso ou também a Juventus e Luciano Moggi igualmente enclausurado ou ainda o Steua de Bucareste e o seu Gigi Becali, igualmente preso. Porto, não gosto deles é certo, mas não me aborrecem, não lhes reconheço metade dos  “títulos”. O que não invalida como é obvio que lhes mantenha marcação cerrada pelos motivos mais que conhecidos.

Estamos mais que habituado às atoardas prontamente acolhidas e abençoadas pelos seus Bispos, sabujos, subalternos e fiéis ao “Santo Padre” da invicta.

O meu benfiquismo faz com que o rival do meu clube seja aquela colectividade que mora para lá da segunda circular para os lados do Lumiar. Aí sim, não divido nada, vai tudo à frente por igual.. As excepções são alguns amigos que escolheram passar pela vida carregando a cruz de apoiarem aquele clube, e são pessoas decentes de quem eu gosto muito, mas regra geral o adepto osga, vulgo lagarto típico é bem retratado pelo Dias Ferreira. Sempre que penso em “lagartos” surge-me de imediato na mente um campo pleno de barbados todos vestidos de talibã, cabelo untado a espumar e com uns olhos artilhados de ódio alheados ao seu próprio clube, sem sequer olharem para o relvado do seu campo, apenas interessados no que se passa do lado de cá de Lisboa do outro lado da segunda circular. Eis como vejo o típico lagarto. Exemplo desta imagem é o facto da maioria lagarta ter na personagem Dias Ferreira um excelente talibã nos mais que previsíveis pretensos ataques ao Sport Lisboa e Benfica.

Como não gosto mesmo nada de me andar a irritar com este assunto, lido com este meu assomo  ao clube do avozinho pura e simplesmente ignorando-os e procurando esquecer que existem. Início de época, procuro não saber nada sobre eles. Não vejo os jogos deles, não quero saber se foram roubados ou beneficiados, não vejo resumos dos seus jogos, quando surge algo sobre lagartos na imprensa escrita de imediato passo à frente as páginas que lhes dizem respeito. O que matenho à linha de vista  sempre é o que provém da“Santa-Aliança” Roquete+Pinto da Costa seguida por todos os que lhe sucederam, excepção feita a Dias da Cunha. Por isso ao ver alguém ligado a esse clube a ser entrevistado na televisão vou continuar a mudar de canal. Espero assim conseguir manter-me afastado de assuntos Osgó-lagartianos.

Apenas se torna impossível de atingir este objectivo pelo menos durante duas semanas por ano, altura em que o Benfica tem que jogar com eles. Sinto este mau estar nestes últimos dias por saber que lá teremos que jogar com eles na próxima segunda-feira  dia 9.  Tempos houve que era de facto o Dérby (Derby por serem da mesma cidade) tempos houve que além de Derby era o principal Clássico do Futebol em Portugal.

Mas a pior de todas as semanas, é esta mesmo. Bolas para isto, lá estou eu de novo nesta fase final da pior semana do ano.Não tenho hipótese: vou ter que ver aquelas camisolas ao lado dos nossos mantos sagrados.  Vou ter que me cruzar com aqueles adeptos que seja qual for o resultado nunca perdem, são sempre derrotados por factores extra-futebol, por detrás dos quais está sempre o Benfica a puxar os cordelinhos. São ainda aqueles que bramem mais desalmadamente um golo de um adversário do Benfica seja ele qual for, seja em que competição for, do que um golo do seu próprio clube, são aqueles que chegam ao cúmulo de desejar a derrota do seu próprio clube contra um adversário directo do Benfica, de forma a alimentarem a esperança que o Benfica não ganhe uma competição. E ainda aqueles que em qualquer jogo, em vez de puxarem pelo seu Clube dedicam a utilização das suas pobres gargantas a insultar o Benfica.. Recordo-me de algures no tempo, ir ao antigo estádio de Alvalade (quando o Benfica lá ia jogar) com um familiar e de me dar a volta ao estômago quando, a meio do jogo, se começava a ouvir uma espécie de balido vindo lá debaixo da pala: ‘Cepór… tém! Cepór… tém!’. Assim mesmo, dito num ritmo muito lento, como se tivessem que tomar fôlego entre as duas sílabas. Aquilo não chegava a ser um grito de incentivo, ouvia aquilo e imaginava uma multidão de mitras empoeiradas que de repente, numa espécie de dor compulsiva a soltar aquele som, aquela espécie de lamento que na sua própria entoação encerrava toda a desgraça e tristeza que era ser adepto daquele clube, e entre as duas sílabas tivessem que tomar fôlego para evitarem desfalecer. Normalmente um lançamento perto da nossa área ou dois pontapés de canto seguidos eram a fagulha que provocava esta manifestação de fervor sportem…guista. ‘Cepór… tém!’ – lastimava-se o povo, no meio de uma nuvem de poeira e traças entretanto levantada pelos seus adeptos. Depois se o árbitro marcava um lançamento ao contrário, soltava-se um prolongado ganir sofrido, como se Moisés tivesse despejado sobre eles toda a sua ira sob a forma de pragas de proporções bíblicas. Desde pequeno que a palavra ‘Ceportém’ criava na minha mente imagens cinzentas, cheias de bafio e poeira e gente velha com fatiotas escuras a cheirar a éter. O Benfica e o vermelho pelo contrário faziam-me pensar em alegria, emoção, paixão e gente entusiasmada. Até na forma como os golos são festejados os adeptos são diferentes. Um ‘Golo!’ gritado por adeptos do Benfica é diferente de um ‘Golo!’ gritado por adeptos do Campo Grande. O nosso ‘Golo!’ é um golo alegre, o Benfica marca golos, e os outros sofrem, porque nós somos mais fortes. Isto é o que é natural. O ‘Golo! ‘ deles encerra algo de velório, estranheza e desespero. Até a história da formação da agremiação de Alvalade é ridícula, nascidos que foram de uma birra entre queques chateados por não se organizarem mais bailaricos no Campo Grande Football Clube, e amuados por não terem sido convidados para um piquenique. Lá foram pedir dinheiro ao avozinho de um dos queques e lá fizeram o seu clubezeco privado. Eis a explicação da tara que são um clube ‘diferente’. Ó confraria produzida em série em camarins bolorentos e empoeirados, e cada um deles parecendo fazer parte de uma qualquer confraria de agentes funerários. Todos com palas que apenas lhes permitem olharem na direcção do Estádio da Luz, e constantemente observar e comentar o que por lá se passa. São capazes de estar a ser violentados a sangue frio por um qualquer padrinho e respectivos comparsas mais a norte, que entre duas bordoadas ainda arranjam tempo para erguer uma mão ensanguentada, apontar um dedo na direcção da Luz. Tudo isto piorou com a subserviência a que submeteram às ordens do FC Porto.  Eu não consigo apreciar os jogos do Benfica contra o clube do Lumiar. Para mim são uma experiência horrível, o culminar de uma semana em que apanho uma dose de clube do avozinho é superior ao acumulado do resto da época toda.. Eis a minha resposta aos que me vêm com histórias de que eu deveria era considerar o FC Porto como o nosso grande rival, não fazem ideia do que falam. Esses estão identificados, são um fenómeno recente que devido a corrupção estão a ter direito ao seu tempo de fama. O Clube do Campo Grande desde os motivos que motivaram o seu nascimento que ao abrigo de um epíteto de eterno segundo clube de Portugal beneficiam do nosso beneplácito.

Que a imagem do seu presidente ao lado de Dias ferreira a berrar a plenos pulmões impropérios para com o Benfica faça com que a imagem de “coitadinhos” termine de vez. Segunda há Derby? Quero lá saber, quero sim vencer e ter bem presente, assim como espero que a nossa Equipa o tenha também que uma vez mais o clube do avozinho terá neste jogo o motivo da sua existência, tentar ganhar ao Benfica. Afinal é o seu campeonato…