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Joana, do BENFICA POWER, com todo o carinho!…

A filha do pantomineiro mor do futebol português e talvez mundial, casa hoje! E para não dizerem que nós aqui só dizemos mal daquela gente, e para provarmos que também temos sentimentos, deixamos aqui um presente que fazemos questão de enviar para a noiva, e para o papá babado (babado…, mas da senilidade, que se nota a milhas a cada dia que passa…)!

A título de curiosidade, parece que a peça de fruta que ele agora anda a comer não foi ao casamento! Será que já tem bicho, ou será que já anda a escrever um livro sobre o pantomineiro mor? A outra falou na flatulência da personagem, e esta falará de quê? Nem me atrevo a pensar no quê…!

O tareco veio defender o Papa

Parece que a maioria dos jogadores que se reformaram tem mais jeito para o circo de que inicialmente era de se prever.

Este pau mandado veio a publico defender o Papa lá do sitio. Será que foi por instinto próprio, penso que não e ninguém duvide disso, o Pinto da Costa em vez de falar manda os outros o fazerem por ele. Mas esta prática à muito que é sabida, e nós estamos cá para tirar a mascara a quem se queira fazer passar por palhaço. Este tal de Vítor Baía que foi o único guarda-redes que vi defender uma bola três metros fora da grande área sem que fosse marcada qualquer transgressão, veio a publico dizer “Não encontrando nenhuma opção válida para a minha ausência, acho que o Scolari é o único culpado…”. Nós acrescentamos, o Sr. Scolari foi o único culpado por ter levado a selecção nacional à única final que à memória de um Europeu, pois mais valia ter estado calado Sr. Baía, perdeste uma bela oportunidade de te calares. E depois vem se contradizer, “…até agora pensava que era uma questão tecnica, mas as últimas notícias deixam pensar em mais coisas…” e ai nós dizemos, pensavas mesmo que eras o melhor de Portugal? Só lá foste porque o Papa manda mais que qualquer seleccionador, por isso calaste, que só te enterras.

Agora vejamos o que ele diz sobre o Pinto da Costa, “A minha relação com o presidente é extraordinária…” e “É uma pessoa por quem tenho uma estima enorme, de quem posso dizer que sou amigo e tenho a certeza que é recíproco. Não vale a pena alimentar esta questão e é escusado falar com ele sobre este assunto…”, a mim parece-me que é mais um serviçal que por ali está para dar o corpo ás balas pelo corrupto mor. Já tinha visto muitos bobis, mas agora entra em cena o tareco do Vítor Baía, esse verdadeiro imparcial, o único guarda-redes que defende a bola dentro da baliza e sem ser golo. Ou eu me engano ou daqui a uns tempos este senhor vai ter um tacho, se já não o tem, arranjado pelo Jorge Nuno, já se tornou num clássico, e ninguém faz nada!!! Podem ver as declarações do Vítor Baía aqui em zerozero.pt

Lembram-se deste frango dado por este menino???

Quero convidar-vos a ver o seguinte vídeo, e a reparem no senhor do apito dourado que valida o golo, e ainda dá uns amarelos aos jogadores do Benfica, porque será que são sempre os mesmo a arbitrar os jogos entre o nosso GLORIOSO e os corruptos??? São hábitos que não se perdem, e nisto passam os anos e mais anos, temos que fazer algo…ideias???

E neste que se segue, o menino que parece do coro da Sé Catedral do Porto parte a loiça toda, e o Sr Serrão diz que é tudo normal. é cómico, não acham???

Quem faz as regras do Futebol?

ImagemParece que todos os que se coloquem na frente do Jorge Nuno Pinto da Costa, têm problemas com a justiça e pior, quem dita as regras é este senhor.

Existe um clima de medo no futebol, até aqui todos o sabem, os Donos do Futebol Português estão identificados, e são eles que decidem tudo e todos, e ninguém faz nada pela verdade desportiva.

Mas o pior mesmo, é que quem faz as regras para que isto aconteça, são as mesmas pessoas que mais tarde vão ser acusadas. Ou seja, eu sei onde está o buraco na legislação, logo sei como hei-de furar as regras, isto custa-me saber, não existe justiça em Portugal, todos o sabem, mas se ficarmos parados a assobiar para o lado e nem esboçar um simples protesto, é como ser roubado e nem fazer uma participação. Estamos a promover que os assaltos se continuem a fazer, é sinal que preferimos as coisas como elas estão.

Uma das criticas que faço aos Benfiquistas, é que somos muitos e estamos sempre à espera que sejam os outros a fazer qualquer coisa por nós, ou que seja a direcção a manifestar-se, eu digo que não pode ser assim, não devemos esperar sempre pelos outros, não devemos ficar calados, não devemos deixar que nos roubem e não fazer nada. Sou totalmente contra a violência, mas penso que um dia isto vai acabar numa guerra campal, prevejo que um dia os Benfiquistas que só sabem criticar os seus, deixem-se disso e se manifestem, como já o deviam ter feito, e vão para a luta. Somos muitos e quando assim o é existem diferentes opiniões, uns são contra os Corruptos e pensam que é aí que está o problema, outros são contra a equipa e pensam que deviam ser imunes à Corrupção, outros pensam que são treinadores e são contra todas as alterações efectuadas por qualquer que seja o treinador, outros são contra a direcção do clube, pois devia ter contratado este ou aquele jogador, devia dizer o que eles pensam que seria o adequado, não deviam ter este treinador, ou está a roubar o clube, outros são mesmo do contra TUDO. Pois é, e que tal se juntarem todos e se manifestarem contra quem nos rouba??? Eu penso que era o ideal, mas sei que alguns estão logo a dizer, eles é que ganham o dinheiro e eu tenho que fazer alguma coisa??? Nem pensar…dizem alguns…

Sabem porque é que clubes regionais ganham campeonatos??? É porque são capazes de se mobilizar em pro de uma causa, no caso desses clubes, a causa é tentar manipular tudo e todos nos bastidores do futebol, e aí

vale tudo, ameaças, chantagem e mesmo violência. E nós??? A olhar e a vê-los passar…sou contra a utilização dos mesmos métodos, mas existem muitas outras ferramentas que se podem utilizar para combater tudo que está instalado, só que não é sentados no sofá que isto se resolve.

Sabemos que em todas as modalidades podemos ganhar sempre e quando as regras sejam iguais para todos…por isso meus caros leitores não deixem de apoiar a nossas equipas e se for necessário um manifestação já sabem todos para a rua, vamos para Portugal.

Hoje em dia, sabemos que o Pinto da Costa, está a colocar pessoas da sua confiança a dirigir clubes do meio da tabela, isto é uma estratégia que já tem vindo a ser costume, são eles directores desportivos ou treinadores, antigamente eram só jogadores ás dezenas, mas agora evoluíram  para outra fase. Mas nós não podemos ficar calados a ver isto acontecer, a meu ver devemos manifestar-nos, e ai agradeço sugestões e deixem os vossos comentários com sugestões de protestos, o BENFICA POWER agradece.

Um outro problema, é o facto que a Direção do FC Porto apresentou junto do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) uma participação disciplinar que tem o Marítimo como alvo. Isto é como um ladrão ir à Policia acusar um outro de lhe ter roubado o que ele já tinha roubado, complicado??? Mas é simples, eu posso fazer uma coisa, mas tu como és mais pequeno não o podes fazer, perceberam??? Isto devesse, ao «caso» Kléber que surgiu em maio de 2011, na sequência do Marítimo ter alegado que o FC Porto aliciou o avançado brasileiro. É de rir, mas o FCP, alega o artigo 64., «o clube que submeta aos tribunais comuns a apreciação de decisões ou deliberações de órgãos da estrutura desportiva sobre questões estritamente desportivas será punido com pena de baixa de divisão». Ou seja, o FC Porto pode fazer o que quiser e os outros não podem se queixar, pois se o fizerem sujeitam-se a descer de divisão. Quem faz a leis sabe muito bem o que está a fazer. O futebol em Portugal é uma Real Comédia e nós a ver!!!

Haja alguém que faça um 25 de Abril no futebol, eu agradeço…isto dá-me nojo todos os dias…

Notícia de Última Hora…Avenida dos Aliados muda de nome

Segundo uma fonte anónima, o BENFICA POWER sabe que existe uma proposta do FC Porto SAD, para que esta seja a nova placa na Avenida dos Aliados, mudando assim o nome desta Avenida para Avenida dos Aliados aos Corrupto. No entanto Jorge Nuno Pinto da Costa está com um problema de espaço na placa, pois não existe espaço suficiente para colocar todos os obreiros dos últimos 30 anos de Corrupção, assim sendo, foi decidido, por unanimidade da SAD, que os escolhidos iriam ser os obreiros da época 2011/ 2012. Esta placa vai ser actualizada todos os anos segundo a mesma proposta entregue no Município do Porto.

Origem do Apito Dourado? Lembrem-se de quem disse: “Só vou para um clube que dê garantia de contar com os árbitros.”

«Há clubes que fazem tudo para vencer, para se auto proclamarem vencedores, e que transgridem as regras de forma obscena. Uma das coisas mais surpreendentes de tudo isto é a repetição nos nomes das equipas. São quase sempre as mesmas: Juventus, FC Porto…» – Santiago Segurola, director-adjunto do jornal A Marca

A história encarrega-se de deixar bem marcadas as manigancias de Pinto da Costa e seus acólitos. Ridiculas umas, anedóticas  outras e ainda outras muito sérias. Factor comum neste “Pulpus Curruptus” em que se transformou o FC Porto registar que os árbitros foram presa apetecível e indispensável na estratégia da dupla Pedroto-Pinto da Costa no topo, e de mais algumas personagens secundárias que entretanto não resitiram à erosão da Justiça do Tempo. Foram estes sabendo que controlando o sector da arbitragem tinham o caminho desbravado para dominarem o futebol português.

A entrevista que em 1988 Pedroto concedeu ao falecido jornalista Neves de Sousa do extinto Diário de Lisboa, é disso um perfeito testemunho.

Quer queiramos quer não, o processo ‘Apito Dourado’ despertou consciências que de tão habituadas estavam adormecidas. Finalmente, a tal corrupção de que repetidamente se falava mas nunca se concretizava,  tinha ‘pés para andar’, existiam razões objectivas, haviam factos e sobretudo nomes.

Como seria de esperar, os visados e os seus “ratos das leis” conhecedores de todos os buracos da Lei e utilizando todas as formas de esquiva processual ao seu alcance perante a Justiça que temos conseguiram que o Apito Dourado fosse desacreditado perante os tribunais. Perante a opinião pública? Claro que não. Podem dar as piruetas juridicas que quiserem que a marca “corruptos” está eternamente vincada pela lamina da faca da verdade na sua pele de dragão azul.

O Benfica bem pode ter um plantel de qualidade comprovada  e saber que está em condições de lutar ‘no campo’ pelo título de campeão, e com larga vantagem que surgem os apelos velados ao “PAPA” para que os velhos hábitos surgam com personagens antigas com cheiro a naftalina em conjunto com alguns “novos alunos” que vêm a ser preparados ao longo dos últimos anos por Pinto da Costa e sua velha guarda pretoriana.

Mas afinal onde e como nasceu a estratégia que acabou por ser chamada de Apito Dourado?

Sentem-se confortavelmente e leiam o que se segue.

Episódio contado pelo jornalista Neves de Sousa:

Pouca gente soube que o muito saudoso José Maria Pedroto esteve a um pequeno passo de ser treinador do Sporting, quando João Rocha era presidente do clube de Alvalade. Tudo estava acertado, pormenor por pormenor , até à mais ínfima partícula de um documento que vinculava as duas partes, pelo menos durante uma temporada futebolistica. Porém, no dia em que estava aprazado a assinatura nos papelinhos, Pedroto travou o gesto e subitamente disse para o  presidente do Sporting: “Esqueci-me de lhe lembrar, mas falta aqui uma clausula. Está tudo certo, tanto em relação aos meus prémios, como aos meus vencimentos, o caso do apartamento e do carro às ordens, tudo muito bem, mas o senhor presidente esqueceu-se de que eu lhe tinha dito logo no primeiro encontro: só vou para um clube que dê garantia de contar com os árbitros.

“Como, não percebo?”, indagou João Rocha, nessa altura pouco habituado a saber o que era certa fatia da arbitragem, Pedroto meteu a caneta na algibeira, levantou-se e apenas disse: “Quinze mil são para mim, mas para os árbitros são precisos outros tantos, caso contrário o Sporting só ganha campeonatos lá para o fim do século.”

O contrato acabou por não ser assinado. Pedroto rumou para outra latitude, mais compreensiva. O Sporting continua a ver navios.

Assinou então contrato com o FC Porto, após uma investida directa de Pinto da Costa, que estava devidamente autorizado pelo Presidente Américo Sá para contratar a qualquer custo o treinador português. José Maria Pedroto apenas colocou uma condição que se verificou: que Pinto da Costa fosse o Chefe de Departamento de Futebol Profissional. Começava assim uma dupla que marcou e marcará inquestionavelmente para sempre uma época no futebol português.

Pinto da Costa e José Maria Pedroto traçaram uma estratégia que visava afrontar todos os poderes instalados no futebol português e de uma vez por todas acabar com a hegemonia dos clubes da capital.

A temporada de 1976/77 foi altamente conflituosa. O FC Porto acabou apenas em 3º lugar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão a 10 pontos do SL Benfica que foi o Campeão Nacional. Venceu porém a Taça de Portugal numa final onde derrotou o SC Braga por 1-0.

No ano seguinte, finalmente, foi quebrado o longo jejum de vitórias dos FC Porto no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Os azuis e brancos sagraram-se Campeões Nacionais depois de um competição disputadíssima, decidida na “goal average”, com o SL Benfica, que foi 2º classificado, com a proeza inacreditável protagonizada pelo clube da Luz, que não perdeu qualquer encontro na prova e não foi campeão.

Renovou o título de Campeão Nacional na época seguinte de 1978/79 em mais um campeonato extremamente disputado com o SL Benfica. Em 1979/80 perdeu o título para o Sporting CP, quedando-se o FC Porto no 2º lugar do Campeonato Nacional da 1ª Divisão somente a 2 pontos dos leões de Alvalade.

Depois destes 3 anos à frente da equipa do FC Porto o clima de “guerrilha” no futebol português, envolvendo os principais clubes e os poderes de decisão na FPF, estava extremamente intenso e fortemente acicatado por José Maria Pedroto e Pinto da Costa. Era um chorrilho de polémicas e um constante ambiente fervente entre os protagonistas.

Depois do FC Porto perder o Campeonato Nacional da 1ª Divisão da época de 1979/80, não conquistando o tri, José Maria Pedroto foi afastado do cargo de treinador principal do azuis e brancos pelo Presidente Américo Sá que se dizia farto das polémicas e conflitos gerados pela dupla Pinto da Costa e Pedroto.

A saída de José Maria Pedroto e de Pinto da Costa do FC Porto foi conturbada originando o célebre verão quente de 1980, quando 14 jogadores do FC Porto, onde constavam nomes como o de Costa, Oliveira, Octávio, Sousa, Frasco, Gomes, entre outros, fizeram uma autêntica rebelião não comparecendo aos trabalhos no arranque da temporada de 1980/81.

O Presidente do FC Porto Américo Sá deixava o nome de Pinto da Costa fora das listas concorrentes aos órgãos sociais. Em forma de protesto e demonstrando estar ao lado do actual presidente portista, 14 jogadores não compareceram aos trabalhos de preparação para a nova época sob os comandos do austríaco Herman Stessl, entretanto escolhido para suceder a José Maria Pedroto.

A estratégia de Pedroto, para quando perdia, passava por imputar as responsabilidades pelas derrotas ao exterior. Quando perdia, a culpa ou era do árbitro, ou dos poderes instituídos no futebol português que teimavam em prejudicar a sua equipa.

Ele e o seu aprendiz, Pinto da Costa, dividiram o país, erigiram guerras sem fundamento, lançaram o ódio, a mentira e o cinismo para cima dos adeptos e do quotidiano desportivo.

Pedroto será talvez a figura, de entre todas as áreas de actividade, que mais mal fez a Portugal e à sua coesão colectiva no último quarto de século, um mal de consequências que só o futuro poderá apurar.

E o seu aprendiz é estranhamente tolerado e branqueado por uma comunicação social imediatista, superficial e reverente para com o poder, por dirigentes desportivos e agentes diversos que fazem do servilismo um modo de vida, e até por uma classe política medíocre e bajuladora, capaz de o receber, ano após ano, a expensas dos nossos impostos, nos luxos da Assembleia da República.

Deve dizer-se, de forma bem clara, que o objectivo de vida de Pedroto e de Pinto da Costa não foi atingido. Apesar dos títulos conseguidos pelo F.C.Porto – grande parte deles à custa das mais variadas formas de viciação, muitas delas para além das questões vindas a público no âmbito do processo Apito Dourado -, a verdade é que o clube nortenho nunca foi capaz de se afirmar como referência nacional, nem cativar a simpatia, ou mesmo o simples respeito, da esmagadora maioria dos adeptos portugueses, sobretudo fora das fronteiras da sua delimitada região.

Pedroto e depois Pinto da Costa nunca conseguiram matar a alma benfiquista, Mesmo tendo, ao longo deste período, ganho mais vezes, o F.C.Porto nunca venceu por si próprio, mas sim e sempre, contra alguma coisa. Contra o Benfica, contra Lisboa, contra o Sul, contra os fantasmas dos seus próprios complexos. Mesmo ganhando aos grandes nunca deixou de ser pequeno. Uma pequenez do tamanho do seu presidente, que transformou uma instituição outrora respeitável num antro de rancor e podridão.

O clube do povo continua a ser o Benfica, de Norte a Sul, do Minho ao Algarve, do Continente às Ilhas, e é por isso que o ódio de Pinto da Costa aos encarnados permanece tão vivo.

Pedroto e o seu aprendiz. O primeiro já faz tijolo há anos e o segundo estrebucha porque sabe que já não tem muito tempo e mesmo com 30 anos de roubos, continua a liderar um clube pequeno, que não soube evoluir, crescer, tornar-se grande. Eis quem lançou a semente de 30 anos de corrupção, ódio e guerra no futebol português.