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Mas afinal de que têm medo os adeptos do Porto?

Mas afinal de que têm medo os adeptos do Porto?

As escutas existem? Sim!  Mas podem ser usadas? Não! Mas nas escutas não é claro o ilícito corrupto activo e passivo? Sim! Então os intervenientes vão ser condenados? Não!

Não querendo enaltecer em excesso o verdadeiro prodígio que são as minhas reminiscências, mas a verdade é que compreendi tudo sobre o futebol português no dia 21 de Setembro de 1994. Disputavam-se os últimos cinco minutos da segunda mão da final da Supertaça, no Estádio das Antas. Quem marcasse, ganhava. E o Benfica marcou. Custou um bocadinho, mas marcou. Lembro-me como se fosse hoje: Carlos Secretário, um especialista a fazer assistências para os adversários, isola de forma brilhante César Brito. César Brito remata para excelente defesa com as mãos de Baía, que se encontra dois metros fora da grande área. O árbitro, Donato Ramos, mira inexoravelmente a lei que se aplica em jogos no Estádio das Antas e manda seguir. Por sorte, a bola sobra para um jogador do Benfica chamado Amaral. Amaral chuta e José Carlos, defesa-central do FC Porto, encaixa a bola na própria baliza. Golo. Mas, eis quando… o árbitro auxiliar, que naquela altura ainda se chamava bandeirinha, levanta a dita. No momento em que o jogador do FC Porto marca o autogolo, há um jogador do Benfica, a uns 15 ou 20 metros de distância, que está em fora-de-jogo posicional. Inteligentemente, Baía tinha saído da grande área para defender com as mãos o remate de César Brito, deixando depois este último em posição irregular. Golo anulado.

É claro, fiquei esclarecido. Quando surge o escândalo dos quinhentinhos do Guímaro, nem um minuto de atenção dediquei ao assunto. Para quê? Quando Carlos José Amorim Calheiros (conhecido no mundo do futebol como Carlos Calheiros e no mundo das agências de viagens como José Amorim) foi de férias para o Brasil com a viagem paga pelo FC Porto, tudo demonstrado por facturas, encolhi os ombros, e disse, qual a novidade? O clube da organização e do rigor tinha pago, por engano, uma viagem a um árbitro. E daí? Quem nunca pagou uma viagem a um árbitro por lapso que atire a primeira pedra. Acontece-me pelo menos uma vez por mês. Quando li as escutas sobre a «fruta para dormir» e os «rebuçadinhos para a noite»? Virei a página, que eu cá gosto é de novidades. E quando Pinto da Costa confessou que recebeu um árbitro em casa na véspera de um jogo, bocejei e retomei o que estava a fazer. Perspicaz, e mostrando que os amigos são o que de melhor temos na vida, Pinto da Costa ao ser avisado por um dos seus dedicados amigos, que governa a sua vida na Judiciária, ala para a Galiza onde aproveitou para comer umas belas Vieiras.

Receios dos adeptos do FC Porto em que possa suceder ao seu clube o mesmo que ao amigo Loureiro? Nahhh, nada disso Tudo calmo. Irradiados da Champions? Nahhh. Por isso, ouçam lá meus caros, se não aconteceu nada depois do golo do Amaral, dos quinhentinhos, do José Pratas a bater o recorde dos 100 metros à frente do Fernando Couto em Coimbra, do Calheiros, da fruta para dormir do serviço de árbitros ao domicílio, do Apito Dourado ou parecer de Direito Administrativo, do Proença a dar-vos até ao momento 3 Campeonatos, acham que é o facto de o SPORT LISBOA E BENFICA ter uma Equipa objectivamente superior que vos vai tramar? Nada temam. Além disso têm tempo para ler os documentos antes de o comentarem. E depois podem dizer: «Sim senhor, gostei muito de ler o parecer, a história é empolgante, e tal e coiso, e coiso e tal, mas agora vou arquivá-lo aqui no caixote do lixo, ao lado desta factura em nome de José Amorim». Mais cedo ou mais tarde, é lá que ele vai parar. Diz-se pelos meandros da Cedofeita, que Pinto da Costa terá dito “juízes, justiça? É pá vão mas é trabalhar no trabalho…”

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Vitória & Mérito e os verdadeiros Campeões

Todos querem ter sucesso, ou pelo menos aparentar ter esse mesmo sucesso. Para mim, sucesso implica vitória, e vitória implica mérito. Isto, para mim é muito simples de perceber.

Considero uma vitória como uma vitória inválida se for obtida sem mérito. E hoje em dia… parece que muito pouca gente liga ao mérito… Temos meio mundo a atropelar o outro meio, sem apelo nem agravo! Depois, todos, mas todos nos queixamos disso, nem que seja de uma forma disfarçada… Pelas mais variadas razões! Cada um com as suas. Fantástico não é? “Isso é algo para os outros, certo?

Mas o que é mérito? Mérito é a justiça da vitória! É o resultado do trabalho feito. É o resultado de acreditar em algo, e fazê-lo com o respeito pelos outros. É a vitória em que o fim realmente justifica o meio! Porque não atropelámos nada. Tem mérito quem merece!… Porque fez por isso. Porque foi forte.

O sucesso é consequencia de vitórias. Mas o sucesso só tem sabor com mérito… ou… devo estar enganado, pelo que vejo por aí. É bem sucedido quem mais atropela e esmaga…

Eu acredito na “meritocracia”… Se calhar é mesmo uma utopia. Infelizmente, só as bestas é que vencem no cenário actual. Vejo isso todos os dias a acontecer… Cada vez mais se valoriza menos o mérito. Só números e resultados.

Deixarei para outro dia os tais “meios que justificam os fins” e que permitem a umas centenas de pessoas estar numa Avenida com o nome que no momento não deixa de ser curioso “Aliados” e confinados apenas a uma localidade a festejar…pois a festejar o quê?

O Mérito, não será concerteza. Os meios? Hummm… talvez…

Por indução o BENFICA POWER como é óbvio sendo congruente com o que acredita afirma que:

NÃO RECONHECE CAMPEÃO NACIONAL DA LIGA ZON SAGRES

Claro, é a nossa opinião, mas estamos em crer que se colocada à consideração de quem acredita no mesmo que nós – Um Campeão com Mérito –  apenas restarão sem concordarem connosco aqueles que porventura precisem chamar à tal Liga, não Zon Sagres, mas sim LIGA PROENÇA.

Estando a falar de mérito é justo considerar quem de facto o merece. Aqui fica a nossa homenagem a quem teve o MÉRITO  de executar tão bem o que lhe foi pedido.