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Cresci a respirar Benfica e nos principios que fundaram o nosso CLUBE

(Artigo de Pedro Pardal)

Car@s Benfiquistas, colegas do BENFICA POWER e tod@s seguidores assiduos. Foi com enorme orgulho que recebi o convite de poder fazer parte integrante deste grupo de amigos que diariamente, tudo fazem ao seu alcance para dignificar e enaltecer o nome da nossa Gloriosa instituição, Sport Lisboa Benfica ! Ontem numa reviravolta mercantilista , houve duas situações a que o futebol moderno se encontra sujeito nos dias que correm. Eu considero-me um romântico, alguêm que ainda acredita em valores morais e éticos, porque cresci a respirar Benfica e nos principios que fundaram o nosso clube. Foi com pesar que assisti á decisão de dois nos nossos, agora, ex-jogadores e algum silêncio ensurdecedor, mais concretamente do atleta Axel Witsel. Toda a classe que Witsel demonstrou em campo a defender o nosso emblema, foi apagada da minha memória. Não por mero despeito como poderão pensar, mas sim por uma mostra inequivoca de que ingratidão é algo que o anteriomente citado demontrou para com tod@s os sócios, adeptos, simpatizantes do Glorioso S.L.B. Caso encerrado !


Contudo o maior pesar foi a reacção de adeptos, que mais uma vez, aproveitaram-se desta situação incontornável para “descascar” mais uma vez na nossa direcção e treinador e tudo isto numa semana em que o BENFICA venceu duas supertaças, consolidou o 1º lugar na classificação na liga Zon Sagres e outra grande vitória da nossa equipa B. teremos agora duas semanas de paragem nas competições de futebol, mas o Benfica não tirará férias, tal como nós não iremos ficar em silêncio a aguardar o que “estará para vir” ! O S.L.B. é o clube da Águia e quem ama o Benfica não age como um abutre. Deixo-vos nesta minha estreia, neste GRANDIOSO grupo de Benfiquistas com um agradecimento pessoal ao Carlos Fontes por me ter lançado este desafio que espero estar á altura para contribuir para o grande trabalho desempenhado pelo staff do BENFICA POWER e tod@s que o seguem. O meu muito Obrigado, um Abraço Glorioso a tod@s vós e VIVA O BENFICA !

p.s : Pessoas assim não têm preço :

Uma sociedade sem memória é uma sociedade sem futuro. Obrigado King !

Sobre a homenagem ao KING

O Benfica está de volta hoje. O Benfica está de volta com a homenagem a alguém que o Tempo não soube nem conseguirá apagar… Se uma sociedade sem memória é uma sociedade sem futuro, podemos estar tranquilos porque os benfiquistas tem memória, e será sempre com base nos alicerces do passado que o nosso futuro será por nós construido. É com este respeito à nossa memória, que o BENFICA tem FUTURO.

Pela minha idade, também não tive a sorte de poder ver Eusébio a jogar.  Apenas tenho disponíveis as imagens que felizmente existem e as memórias dos mais velhos  que fazem parte do nosso Património. E esse, é algo que chega para perceber o seu impacto e dimensão.

Infelizmente, algumas mentes menos capazes, tentam por vezes denegrir esse orgulho benfiquista, apelidando de canal história. Faceta ridícula, quem produz tais afirmações, porque se há coisa que os benfiquistas se orgulham é da sua história e tenho sinceramente pena de quem não sabe o que isso significa. E História, é o património majestoso, único que nos tem sido entregue geração após geração.

Se o Benfica tem hoje a colossal dimensão que tem, se arrasta as multidões que arrasta, tal se deve à sua enorme História e a tudo o que ela representa, sem esse passado, certamente o Benfica não teria a dimensão que hoje tem e nós orgulhamos-nos disso, ao contrário de outros, que infelizmente por não se orgulharem da mesma forma em quantidade e em qualidade da sua história, se revêm mais depressa nas conquistas de outros que nas vitórias do seu clube e isso, nós benfiquistas, não fazemos.  Para nós, graças a pessoas como Eusébio e outras antes dele e aos que lhe seguiram, amamos e olhamos apenas para um clube, o Sport Lisboa e Benfica.

Obrigado Eusébio ! Obrigado King !

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Eis o Benfica ! Nascemos para ser Campeões !

Três semanas depois de vencermos o Campeonato Nacional de Basquetebol, uma semana depois de nos tornarmos BI Campeões masculinos em Atletismo, de nos voltarmos a tornar Campeões Nacionais de Hóquei em Patins, título ganho dentro de campo e com todo o mérito. O 22º Título da nossa História, vencemos numa emocionante final o Título de Campeão Nacional de Futsal. A somar a toda esta glória, os títulos de Basquetebol em Sub-16 e Sub-18.

O Benfica é isto, a Mística é isto e não passa apenas pelo Futebol Sénior, onde apenas não fomos Campeões pelos vários motivos que todos conhecemos.

Ano após ano, as nossas modalidade estão cada vez mais pujantes à imagem da grandeza do Glorioso Sport Lisboa e Benfica.

É justo lembrar que em todo este processo a Direcção do Sport Lisboa e Benfica tem uma grande quota parte de mérito nestas conquistas. A uma primeira tentativa de voltarmos a ser o 1º Clube igualmente nas modalidades, jogamos contra adversários, contra arbitragens  e Federações, não tivemos o retorno que todos gostaríamos, ainda assim, sem nunca desistir, a organização, apoio tanto de Direcção como de todos nós adeptos e contra tudo e contra todos aqui estamos de forma orgulhosa a poder apresentar esta imagem.

Que não se baixe a guarda, porque os ataques ainda irão ser maiores, que se mantenha esta garra, de Dirigentes, Atletas e Adeptos.

Parabéns a TODOS

 

Mais uma prova da mesquinhez e do ódio que a grandeza do BENFICA, gera naquela gentinha…!

Defour: «Só posso apertar a mão a Witsel longe das câmaras»

Para a mentalidade belga não é fácil entender a rivalidade entre F.C. Porto e Benfica. 

«A rivalidade entre F.C. Porto e Benfica não pode ser subestimada. A direção não me queria ver em imagens com o Witsel. Quando jogámos contra eles disseram-me para o cumprimentar apenas longe das câmaras», disse Steven Defour, garantindo não haver qualquer problema pessoal com o compatriota e ex-colega no Standard Liège. Basta atentar às palavras de Steven Defour. 

O médio dos dragões, em entrevista à Gazeta de Antuérpia, teve de explicar os motivos que o levaram a não cumprimentar Axel Witsel publicamente.

«É para vocês verem o quão pesada é a rivalidade. Há mais de 300 kms entre Porto e Lisboa, não é fácil encontrar-me com o Axel. Além disso, somos desencorajados a fazê-lo.» (in Maisfutebol)

Mais uma prova da ditadura e regime que se vive para aquelas bandas, onde nem sequer os valores humanos se conseguem sobrepor a um ódio e sentimento de inferioridade que será com toda a certeza eterno, para com o maior clube português e um dos maiores do Mundo…, O GRANDIOSO BENFICA! Eles sabem muito bem que por muito que ganhem, que por muito que façam tudo para ganhar, nunca…, mas mesmo nunca, terão a grandiosidade e serão vistos como o BENFICA o é, seja em Portugal, seja no resto do Mundo! Sois e sereis sempre muito pequeninos, quando à nossa beira!…, e todo o vosso ódio vem da vossa consciência para com essa realidade!

Taça da Liga é nossa. Sem Cafeína, Lactose e igualmente sem Frutose.

Que querem meus amigos…foi o que se viu… 4ª Taça da Liga nas mãos da melhor Equipa Portuguesa nesta Época.

Numa prova onde apesar de ainda ter havido quem ainda tentasse convencer algumas arbitragens sobre as potencialidades medicinais da Frutose, as Equipas que defrontaram o Sport Lisboa e Benfica, mantiveram-se firmes no propósito de estranhamente apenas quererem jogar futebol e naturalmente o “Caneco” o 4º já mora na Luz.

Jesus ao leme, Eduardo na retaguarda a mostrar que podemos estar descansados quanto à guarda das nossas redes, à sua frente aquele que foi considerado o melhor Jogador em campo Witsel, Xerife Garay, , e o luxoso suplente Saviola… No passa nada !!! Jogando em velocidade de passeio a vitória não nos escapou.

A meio o colosso de Rhodes, perdão Matic, um irreverente domesticado em fantástico jogador de Equipa chamado Gaitán, na frente Rodrigo como se que quisesse dizer ao Bruno Alves, “o que me provocaste está resolvido…mas não esquecido” toma lá o 1º golo que eu estou de volta.  Saviola é olhar e aprender como se resolve um jogo.

Por fim, o diamante, o Mago, Pablito Aimar…quão injusto posso estar a ser e sei que estou, mas ainda assim, com uma Equipa como a actual do Benfica, Aimar entra, e pasmem, observem o que é um Mago a tratar a bola…fantástico!

Esta é nossa ! A Livre de qualquer aditivo. Sem Cafeína, Lactose e igualmente sem Frutose. E este» É um Título ! Não se trata de um Troféu (Super Taça), mas a este assunto voltaremos mais tarde.

Dança das transferências? Passo, não gosto nem a sei dançar

Dei conta que, antes de ter chegado à cidade o Circo Cardinal já se tinha instalado o Carrossel. O Carrossel que falo é o das transferências, pois é meus caros, os jornaleiros e um pouco por toda a comunicação Social fazem de tudo para destabilizar o nosso Benfica e principalmente os seu sócios e adeptos. Eles sabem que muitos dos Benfiquistas se deixam levar pelas suas cantigas, mas nós estamos aqui para abrir os olhos a quem precisar. Damos conta que meio plantel se vai  embora e que entram jogadores para fazer 8 equipas, isto só porque, quantos mais jogadores eles colocarem na rota do Benfica mais hipóteses têm de acertar. E depois temos as certezas, que jornais como O Porco, ups, O Jogo, dão como certo, ou seja, o Gaitan já é do Manchester e o Witsel é o próximo a sair, mesmo que não exista fundamento eles são capazes de escrever páginas inteiras sobre estas hipotéticas transferências. E o pior é que fazem disto primeira página, vamos lá saber porquê…eu sei e todos vocês já desconfiam, eles tentam vender com base no Benfica.

Antevejo os “casos”:  “Gaitán, por já ter o  interesse de Machester United. “Javi Garcia “, se porventura não ficar no Benfica, lá vai caír o carmo e a trindade.  “Luisão” pela enésima vez, tem pelo menos 53 clubes interessados em si. Antecipo ainda esta primeira página, “Witselsó renova se tiver um vencimento superior ao Cristiano Ronaldo…” e ao saír, uma vez mais a culpa será da Direcção por não ter vendido um quarto do estádio. Lembro o “Circo” que foi por não se renovar contrato com Katsouranis porque o Benfica não teve a lucidez de comprar um Boeing 747 para o jogador poder voar directamente entre Lisboa e Atenas…

E eis que o Carrossel abriu o mercado  – vamos ver se temos pachorra para ir adicionando os nomes… apenas para se poder contabilizar as atoardas da imprensa. Pachorra e espaço, o nosso computador já está no limite do seu espaço com a “dança das transferências”.

Gosto especialmente quando além da transferência se dá um toque côr de rosa à coisa, dá um ar, sei lá, um ar de Beckam/Victória à Portuguesa. Sugiro ou que deixemos no Site Oficial do Sport Lisboa e Benfica um espaço chamado DESMENTIDOS, com um texto padrão em se mude apenas o nome do jogador.

Mas, o pior é que os Benfiquistas mal vêem notícias de transferências parecem que ficam cegos e além de ir atrás dessas capas, ainda entram nessa dança e porque será?Será porque vai-se jogar uma final este fim-de-semana? Ou será porque só o Benfica é que vende jornais? Pois é, quem souber a resposta bem a pode deixar aqui num comentário do BENFICA POWER…a administração agradece.

Vitor Pereira, vê se consultas um médico.

As palavras de Vítor Pereira no final do encontro foram surreais. Como é que é possível?

Engraçado foi o conhecido adepto corrupto e comentadeiro Bruno Prata dizer em directo que os corruptos nao se podem queixar de nada, isso que o vitó diz são desculpas de mau pagador. Tive mesmo que me rir quando são os próprios adeptos do FC Porto a gozar com o Vitor Pereira.

Esperemos que o vitó nao seja despedido, nós agradecemos!

O homem anda mesmo muito confuso, será insanidade?

Sobre o lance do segundo golo do Benfica, a marcar falta seria sobre o Luisão que é claramente impedido de disputar a bola pelo saponaru, reparem bem no Luisão com os olhos na bola a tentar chegar-lhe enquanto é agarrado. Quando se consegue soltar(sempre de olhos na bola) desiquilibra-se devido à falta que estava a sofrer, mal se consegue libertar é ver o saponaru a cair disparatadamente para o outro lado, pois era o lado em que ele estava a tentar segurar o Luisão. O lance deu golo, senão era um penalty que ficava por assinalar a favor do Benfica.

Sobre o Vitor Pereira.

Muitas pessoas não sabem o que é um mentiroso patológico . Compulsivo é o que mente envolvendo o conhecimento sobre uma mentira quando ela é contada , mas mentir de forma patológica é algo que acontece involuntariamente. E isso é perigoso se não estiver devidamente medicado.

Os sintomas de um mentiroso patológico

Distorce a verdade em muitas maneiras diferentes , e assume que não faz diferença que eles fazem isso. Quando são confrontados com essas mentiras , este tipo de pessoa pode ficar muito na defensiva e as coisas podem tomar um rumo muito mau para a personagem.

Tenta obter a simpatia ea piedade do povo , falando sobre realidades virtuais e males misteriosos que supostamente vêm.

 Vitor Pereira, vê se consultas um médico.

Sobre Pinto da Costa, mas será que ainda existe alguém que leve a sério este homem? Previsível, senil, enfim, deixa-nos sem qualquer necessidade de lhe dar resposta sequer. A táctica de pressionar árbitros internacionais e mais antigos na função sempre visou lançar avisos aos mais novos procurando deixá-los a tremer. Velho pantomineiro, isso já serve apenas de anedota.

Benfica – Beira-Mar, 3-1: Cardozo, o goleador implacável

23ª Jornada 16-03-2012

Benfica 3 – Beira-Mar – 1

Figura: Cardozo E vão 18 golos (e ainda três assistências) e o regresso ao topo dos melhores marcadores da Liga, à frente de Lima (Sp. Braga), que tem 17. Com dois golos e outro oferecido a Gaitán, Cardozo assumiu um papel fundamental no desfecho desta jornada, que começou difícil e terminou fácil. Foi só abrir a primeira porta e quem melhor que o paraguaio para o fazer. Foi aos 26 minutos, com Cardozo a descobrir espaço na área aveirense para abrir caminho à vitória do Benfica, após excelente cruzamento de Witsel.

Ainda antes do intervalo, serviu Gaitán para o segundo, após bom trabalho à entrada da área.

No arranque da segunda parte, novamente Cardozo a brilhar na área, desta feita na resposta a uma assistência de calcanhar de Nelson Oliveira.

 

Tentou ajudar o companheiro da frente a marcar também e esteve perto do hat-trick (74m), quando atirou a centímetros do poste. Momento: 2-0 Um golo de vantagem frente a um adversário como o Beira Mar, que não tinha nada a perder na Luz, pelo contrário, tudo a ganhar, não servia as contas do Benfica, impedido de perder pontos, sobretudo depois de o FC Porto ter ganho na Choupana. A um minuto do intervalo, Gaitán bateu Rui Rego para o segundo golo dos encarnados, o tónico que o Benfica precisava para garantir uma vitória fácil. Outros destaques Gaitán Segundo jogo consecutivo de Gaitán a marcar, terceiro golo no campeonato, exibição coerente com os objetivos do Benfica, sem ser espetacular, tal como aconteceu com o resto da equipa. Mas solidez q.b. para esperar o melhor daqui para a frente, com a regularidade revelada nos últimos jogos. Sobretudo na primeira parte, participou em todas as jogadas de perigo, concluindo a última desse período aos 44 minutos. Nelson Oliveira Estreia a titular no campeonato do jovem avançado português (Já o tinha sido nas Taça de Portugal e da Liga), marcada pela impetuosidade, por alguma inexperiência e desacerto no remate, mas com direito a uma assistência fantástica de calcanhar para o terceiro golo da equipa, o segundo de Cardozo.

Tentou, como sempre, resolver depressa, revelou-se, como sempre, pouco altruísta, mas aos 20 anos e qualidade técnica acima da média tem tempo para continuar a crescer. Saiu aos 75 minutos para a entrada de Rodrigo e não lhe faltaram aplausos. Witsel Rendeu Maxi Pereira na ala direita, não lhe é uma posição natural, mas também não comprometeu. Destacou-se a defender logo nos minutos iniciais, com um fantástico corte a impedir o remate de Dias, mas foi nas subidas pelo seu corredor que mais brilhou, como aconteceu no golo inaugural, com o cruzamento para Cardozo. Artur (Beira Mar) A exibição do capitão dos aveirenses, que é também o jogador mais utilizado e mais concretizador da equipa, foi um reflexo da estratégia do Beira Mar, com várias adaptações de início, face às inúmeras baixas no plantel. Esteve muito sozinho na frente, quando podia ter sido mais útil à equipa se tivesse jogado no seu lugar habitual, até porque Cássio estava no banco.

Paços de Ferreira – Sport Lisboa e Benfica

Paços de Ferreira – Sport Lisboa e Benfica

Jogo no Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira.

Quando a incompetência prevalece ao realizarmos uma determinada tarefa por maior boa vontade que tenhamos o melhor é sabermos admitir não termos competência para determinada função. Se nos mantemos na tentativa de conseguirmos fazer um bom trabalho em algo para o qual não temos qualquer capacidade apenas vejo duas hipóteses, ou somos uns acomodados, ou pior, quem nos lidera tem algum interesse ou amizade em nos manter. Eis o caso de Bruno Esteves árbitro que apitou este jogo. Não creio que seja árbitro da “fruta” (não meto as mãos no fogo nunca mais) simplesmente naquilo do apito é incompetente passando por vezes a fronteira da má índole. Mau, muito mau. Todo o jogo, decisões trocadas e truncadas, e algumas com erros grosseiros. Deixou por marcar dois penáltis a favor do Benfica, trocando num deles a penalidade máxima por uma falta contra o Benfica. Ridículo.

A vantagem com que o Paços saiu para o intervalo era algo injusta. É verdade que a equipa mostrou sempre qualidade de jogo, fiabilidade defensiva e eficácia concretizadora (marcou ao terceiro ameaço), mas os primeiros 25 minutos foram de domínio do Benfica, que não foi capaz de aproveitar quatro boas situações. As três primeiras foram desperdiçadas por Nolito, Saviola e Cardozo, numa fase eléctrica do jogo. Mas o desperdício mais escandaloso surgiu ao minuto 24, quando após uma defesa de recurso de Cássio, Bruno César não acertou na baliza deserta.

A partir daí, o jogo mudou e o Benfica passou por dificuldades, principalmente no seu lado direito, por causa do futebol de Melgarejo. Isso acabou por ser nítido no golo, apontado por Michel.

O Paços não acusou sequer a substituição forçada do lesionado Manuel José, mas nos pratos da balança importa contabilizar um penálti que ficou por marcar a favor do Benfica, aos 43’, quando Bruno César foi derrubado por Luís Carlos.

O Paços entrou melhor no segundo tempo quando no Benfica surgiram Gaitán e Nélson Oliveira. E, depois de dois ameaços, Melgarejo fez a bola esbarrar no poste de Artur. O Benfica sentia dificuldades até nos lances de bola parada, mas o Paços ainda teria um desperdício mais surpreendente aos 58’, quando Artur defendeu o remate de Álvarez e Michel.

Mas o Benfica acabou por beneficiar da eficácia que lhe faltou na primeira parte. Chegou ao empate num lance em que Nélson Oliveira desequilibrou na direita e Gaitán foi certeiro no remate. E concretizou a reviravolta num livre marcado de forma magistral por Bruno César.

Faltava ainda jogar um quarto de hora, mas a tarefa estava facilitada, até porque o Paços ficou reduzido a dez com a expulsão de Michel. Nélson Oliveira ainda seria vítima de um penálti também não assinalado e, nos minutos finais, Ricardo ainda viu o vermelho directo.

– DESTAQUES BENFICA POWER –

– Jorge Jesus –
Lançou dois jogadores ao intervalo e ambos criaram o golo do empate. O Benfica teve 25’ iniciais muito bons, passou depois por dificuldades mas deu a volta à situação.

– Bruno César –
Marcou o golo da vitória com uma execução genial de um livre, sofreu um penálti não assinalado e criou boa parte dos desequilíbrios na área do Paços.

– Melgarejo –
O paraguaio foi o melhor em campo e alguma coisa andará mal se não fizer parte do plantel do Benfica na próxima época.

Ficha de jogo;
P. Ferreira, 1
Benfica, 2

Jogo no Estádio da Mata Real, em Paços de Ferreira.
Espectadores Cerca de 5.500

P. Ferreira: Cássio, Nuno Santos, Filipe Anunciação, Ricardo, Luisinho, André Leão, Luiz Carlos (Ozéia, 80’), Vítor (Christian, 87’), Manuel José (Arturo Álvarez, 34’), Melgarejo e Michel. Treinador Henrique Calisto.

Benfica: Artur, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Capdevila, Javi García, Axel Witsel, Bruno César, Nolito (Gaitán, 46’), Saviola (Nélson Oliveira, 46’) e Cardozo (Rodrigo, 90’+1’). Treinador Jorge Jesus.

Árbitro: Bruno Esteves, de Setúbal. Amarelos Javi García (10’), Michel (28’ e 76’), Bruno César (42’), Luisão (49’), Luiz Carlos (67’), Nélson Oliveira (83’), Maxi Pereira (85’) e Artur (90+3’). Vermelho por acumulação Michel (76’). Vermelho directo Ricardo (88’).

Golos: 1-0, Michel (28’); 1-1, Gaitán (63’); 1-2, Bruno César (68’).

Objectivamente a História não apagará este nome Pedro Proença.

Objectivamente a História não apagará este nome Pedro Proença.

Depois de perder em Guimarães, onde merecia ter empatado, e ter empatado em Coimbra, onde merecia ter ganho

Benfica recebeu o porto em igualdade pontual.

Prisioneiro de fantasmas (os que Fernando se quer referir certamente) da temporada anterior o Benfica entrou nervoso e pior ficou com o único golo legal do porto. Demorou 20 minutos até a nossa Equipa reagir, como Aimar e Cardozo a darem sinais dessa reacção. O que aconteceu ao 41º minuto quando Takuara atirou fostíssimo e empatou. Na jogada Janko puxou Cardozo ,e porque em lances de grande penalidade não existe a lei da vantagem surge a primeira proençada deveria ter marcado penálti e expulso o austríaco, o que muito provavelmente transformaria o jogo em algo necessáriamente diferente pois convertido o castigo máximo, o jogo seguiria para intervalo empatado e o porto reduzido a 10 elementos.

Embalado o Benfica demorou apenas três minutos na segunda parte para se adiantar com Cardozo a bisar e a colocar o Benfica na liderança. Mas, nesse lance perdemos o motor do ataque Pablo Aimar. Audaz e ambicioso, sentindo o estado animico da nossa equipa e do adversário Jesus meteu Rodrigo para o ataque mais que provável ao 3 – 1. O adversário respondeu com James, no mesmo minuto em que Nolito viu a mão de Maicon cortar uma jogada individual de eminente perigo…nova grande penalidade por assinalar.

Jogo lançado, e com uma defesa mais que permeável estava nos pés de quem possui os jogadores para causarem desiquilibrios individuais fazerem a diferença. E essa claramente era e é o Benfica. Mas seria algum jogador a evidênciar-se? Não. Seria uma vez mais Pedro proença. Ao minuto 64, Witsel conduziu com mestria uma jogada atacante e ao preparar-se para se isolar em plena área portista foi derrubado com agressão por Maicon na meia-lua, Proença BEM COLOCADO mandou seguir e o porto seundos a seguir chega ao primeiro golo precedido de lance ilegal.

Aos 77 minutos Emerson ( que aos 63 visa um “zeloso” cartão amarelo) a cerca de 40 metros da baliza chega atrasado a um corte a Hulk, levando segundo amarelo.  Sem a mesma contemplação que teve para os vermelhos directos que se justificavam a Álvaro Pereira (aos 24’ por entrada em “tesoura” sobre Maxi Pereira e no vermelho directo no lance sobre Witsel que anteceu o segundo golo do porto. Bem como nos lances para grande penalidade e expulsão protagonizados por Janko (agarrão a Cardozo na área) e Maicon (corte com a mão na sua área, aos 58’ em jogada de Nolito) – Proença, EXPULSOU EMERSON À SUA SEGUNDA FALTA.

E eis a cereja no todo do bolo. A Mentira no seu explendor quando não um, mas dois jogadores do Porto em clara posição de fora de jogo foram fantasmas permintindo a Maicon, em posição obviamnete irregular marcar e ferir mortalmente a verdade desportiva deste … CAMPEONATO.

Para a história fica o resultado, dizem as frases feitas. Eu digo que não. Não podemos permitir que a História deixe esconder esta MENTIRA.  E a mentira é todo o resultado deste clássico, adulterado desde o final da primeira parte. Temos assim uma vitória batoteira portista. A diferença é de 4 pontos e pode ser crucial na determinação do Campeão.

Fazendo uma análise mais detalhada sobre a carreira de Pedro Proença é fácil reparar um facto, em todos os grandes clássicos que dirigiu, este último foi o nono, o Benfica nunca ganhou : Na memória de todos ainda está  aprtida de há 3 temporadas em que Lisandro, numa atitude anti-desportiva, simulou dentro da área sobre Yebda na frente de Proença  com este a assinalar o castigo máximo que evitou a derrota do clube do sistema e a possibilidade do Benfica se isolar na liderança.