José Mota 0 BENFICA 5

2ª Jornada Liga Zon Sagres

José Mota 0 BENFICA 5

A noite de pesadelo não foi para com os jogadores do Vitória de Setúbal, mas sim para um José Mota perdido por se ter esquecido que as suas ordens de “canela até ao pescoço” poderiam dar no que acabou por dar. Denuciou-se no que balbuciou no final do encontro. “Não questiono a justiça da expulsão, mas foi cedo demais”. Trata-se de algo tão simples, e no entanto com tanto “paineleiro” e jornaleiro não vi nem li em parte alguma a mais simples análise que pode ser feita, não fosse Amoreirinha expulso, e teríamos um misto de rugby australiano misturado com Futebol à José Mota. A noite de pesadelo, não foi para com os jogadores do Vitória de Setúbal, mas sim para responsáveis e adeptos do clube do bicho mitológico. Numa rápida visão sobre Vitórias, vimos um de Setúbal a jogar mais, a correr mais, a rematar mais em 45 minutos que outro Guimarães em 90, um Guimarães que passeou num estádio na Cidade do Porto.

Salvio diabólico, num flanco direito magnifico com Maxi Pereira e Rodrigo a caír igualmente para esse lado. A ficar na retina, o momento genial em que Salvio, ao passar por três adversários antes de o cruzamento ser bloqueado por Caleb. Fantástico. Outro momento fantástico quando Rodrigo, numa das suas muitas movimentações, recebeu a bola de Maxi na direita, sentou dois defesas e cruzou meio golo para Cardozo, Tacuara acertou o outro meio no guarda-redes, que, com a aflição de tirar a bola da zona de recarga do ponta de lança, colocou-a na diagonal de Salvio, que não perdoou. Mais flanco direito para o KO a José Mota quando Maxi combinou com Rodrigo, e Salvio arrancou de forma à sua maneira para a baliza contrária. A finalização esbarrou em Caleb, mas a bola ressaltou para Enzo Pérez, que atirou para as redes. O Benfica voltou para o segundo tempo com o mesmo ritmo e, sobretudo, com a mesma concentração. Aos 66 minutos, uma jogada totalmente fabricada pelos “três suplentes” utilizados por Jesus: Carlos Martins cruzou da esquerda, Aimar amorteceu e Nolito rematou a contar. Aos 81 minutos, numa altura em que os avançados do Benfica já se recriavam surge a segunda obra de arte de Aimar, o seu segundo toque de génio na sua segunda assistência da noite, finalização perfeita de Rodrigo, em chapéu, para o bis e para o ponto final na noite de pesadelo de um José Mota perdido por se ter esquecido que as suas ordens de canela acima do pescoço poderiam dar no que deu.

Uma última nota para o que os 3 montes de papel pintado. Amoreirinha não deixou uma passadeira vermelha, deixou sim marcas de pitons. A dita, a passadeira? Foi deixada por um Vitória de Guimarães num processo de vassalagem vergonhoso.

Em frente Benfica !

One comment

  1. patriarca

    patriarca disse:

    O “mota” ontem foi tão sabujo, mesquinho, labrego, subserviente, que nem categoria tem para andar de triciclo, mas a partir de ontem também os PORCOS andam de “Mota”.

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