Gilberto Madaíl? É um “gajo” porreiro !

Sobre Gilberto Madaíl, admito ter-me divertido com os seus comentários. Então vamos lá a isto.

Em Portugal, o que parece, não é. E o que não parece ainda é menos. Na verdade, em Portugal, quase nada é.

Gilberto Madaíl, é um “gajo” porreiro !

Porreiro, é o termo que uso sobre determinado tipo de pessoas que são isso mesmo, PORREIRAS….apenas têm um pequeno problema….não interessam a ninguém.

Nunca se deve dar poder a um tipo porreiro. No início ninguém dá nada por eles. Mas pouco a pouco vão conseguindo afirmar o seu espaço. Não se lhes conhece nada de significativo mas começa a dizer-se deles que são porreiros. Geralmente estes tipos porreiros interessam-se por assuntos também eles porreiros e que dão notícias porreiras. Note-se que,seja no dirijismo desportivo ou na política, os tipos porreiros muito frequentemente não têm qualquer opinião sobre as matérias em causa mas porreiramente percebem o que está a dar e por aí vão com vista à consolidação da sua imagem como os mais porreiros entre os porreiros. Ser considerado porreiro é uma espécie de plebiscito de popularidade. Por isso não há coisa mais perigosa que um tipo porreiro com poder. E Portugal tem tido o azar de ter tido ano após anos gajos porreiros com poder.

Se nos pusermos num exercício culpabilizante e quisermos aferir que cabeças deverão rolar por conta do estado em que se encontra a “COISA” chamada Futebol Profissional em Portugal que arruinaram e hipotecaram vai para 2 gerações a verdade desportiva uma das primeiras cabeças a ir para o cutelo, destacadíssima de todas as restantes é a de Gilberto Madaíl.

As suas declarações fazem-me lembrar a questão das faltas do encosto seguido de um número de circo ou de um salto encarpado para a piscina. O termo que me vem à cabeça com as declarações de Gilberto Madaíl é: “Intensidade”. Falta ou não? A melhor resposta de jornalistas, dirigentes e paineleiros “É uma questão de Intensidade”.

Neste caso, é uma questão de “Pressão” ou “Pressões”.

Para Madaíl: “«Recordo-me de uma única situação que eu saiba…”

Para Scolari, começaram logo no dia em que chegou no Estádio do Restelo.

Tal como na questão da Intensidade, as declarações de Madaíl valem ZERO quanto à credibilidade das mesmas. Já quanto à oportunidade estatal de pegar de uma vez nesta podridão valem milhões. E elas (as oportunidades, vão-se sucedendo sem que ninguém faça nada).

Retomando Madaíl: “Nem mesmo o Papa era capaz de fazer Scolari mudar de posição”, diz Gilberto Madail, um dia a seguir a alguém ter dito sem as habituais conversas redondas a que infelizmente estamos habituados o que tácitamente já sabiamos. Apenas vem sublinhar que tal influência começou suavemente nos anos 80, reforçou-se em Saltillo, teve uma pequena pausa com Humberto Coelho (posto a andar com a melhor média de resultados de qualquer Selecção de  Portugal) mas rapidamente retomada.

Perante isto, só me ocorrer Blafesmar, porque a Blasfémia é a melhor defesa contra o estado geral de bovinidade em que se encontra o nosso Futebol Profissional.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s